Trump e Melania tomaram vacina contra covid-19 em janeiro | Notícias internacionais e análises | DW | 01.03.2021

Conheça a nova DW

Dê uma olhada exclusiva na versão beta da nova DW. Sua opinião nos ajudará a torná-la ainda melhor.

  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages
Publicidade

Estados Unidos

Trump e Melania tomaram vacina contra covid-19 em janeiro

Sem alarde, ex-presidente e ex-primeira-dama foram imunizados quando ainda ocupavam a Casa Branca, aponta imprensa americana.

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump e a esposa Melania foram vacinados contra a covid-19 em janeiro quando ainda ocupavam a Casa Branca, revelou uma fonte próxima ao político republicano, que tem 74 anos.

Ao contrário de seu sucessor Joe Biden, que foi vacinado diante das câmeras de televisão em 21 de dezembro, Trump nunca revelou publicamente ter sido vacinado. O antigo vice de Trump, Mike Pence, também tomou a vacina publicamente.

"O presidente Trump e a primeira-dama foram vacinados na Casa Branca em janeiro", afirmou à AFP um fonte próxima ao ex-presidente, sem dar maiores detalhes sobre o caso. O jornal New York Times também apontou que o ex-presidente e sua esposa foram vacinados. Neste caso, o jornal citou um "assessor", que não foi identificado.

Não se sabe, porém, qual das vacinas que vinham disponíveis nos EUA em janeiro — Pfizer/BioNTech e Moderna — foram aplicadas em Trump e Melania. Também não se sabe se eles receberam as duas doses necessárias.

A informação foi revelada um dia após Trump fazer seu primeiro discurso público desde que deixou a Presidência, em 20 de janeiro. Durante um evento da Conferência de Ação Política Conservadora, Trump fez ataques ao atual presidente, Joe Biden, mas também disse que todos os americanos "deveriam ser vacinados", uma declaração que foi vista com certo alívio pela imprensa americana, já que muitos apoiadores do presidente demonstram ceticismo sobre os imunizantes.

No início de outubro, Trump contraiu o vírus e ficou hospitalizado por vários dias. À época, ele chegou a falar que estava "imune" em uma publicação no Twitter. Porém, a rede social classificou o tuite como  "informação enganosa e potencialmente prejudicial" relacionada com o coronavírus, já que há diversos registros de ex-pacientes que voltaram a ficar infectados.

jps (afp, nyt, ots)