Suspeito pelo atentado de Berlim jurou lealdade ao ″Estado Islâmico″ | Notícias e análises internacionais mais importantes do dia | DW | 23.12.2016
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Mundo

Suspeito pelo atentado de Berlim jurou lealdade ao "Estado Islâmico"

Em vídeo divulgado após a sua morte, Anis Amri jura lealdade ao líder do grupo terrorista que reivindicou autoria do atentado a feira natalina na capital alemã.

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A trajetória de Anis Amri

O tunisiano Anis Amri, principal suspeito do atentado a uma feira de Natal em Berlim, jurou lealdade ao líder do grupo "Estado Islâmico" (EI), mostra um vídeo divulgado pelo grupo nesta sexta-feira (23/12).

O vídeo foi divulgado pela agência Amaq, ligada ao EI, depois de Amri ser morto por policiais italianos numa cidade perto de Milão, na madrugada desta sexta-feira.

A gravação tem 2 minutos e 42 segundos e aparentemente foi feita no bairro berlinense de Moabit já há algumas semanas, pois ainda há folhas nas árvores que se veem ao fundo. Amri veste roupas de inverno e usa fones de ouvido.

Ele não faz nenhuma referência ao atentado desta segunda-feira. Em vez disso, convoca outros simpatizantes do EI à luta contra os cruzados e anuncia vingança pelo sangue derramado de muçulmanos.

O chefe do Departamento Federal de Investigações da Alemanha (BKA), Holger Münch, disse que estão sendo investigadas as ligações de Amri com o clérigo Abu Walaa, detido em novembro passado e acusado de recrutar pessoas para o "Estado Islâmico".

Um documento de Amri foi achado na cabine do caminhão usado no atentado, e as impressões digitais dele foram encontradas na porta do motorista, disseram autoridades alemãs.

AS/afp/ots

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