Sistema de navegação Galileo entra em operação | Notícias e análises internacionais mais importantes do dia | DW | 15.12.2016
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Mundo

Sistema de navegação Galileo entra em operação

Mais preciso que o GPS, sistema europeu de localização por satélite começa a funcionar após anos de atraso. Tecnologia possibilita identificar posições com precisão de centímetros.

Sistema global de navegação por satélite Galileo

Sistema global de navegação por satélite Galileo é o mais preciso em todo o mundo

O sistema europeu de navegação por satélites Galileo entrou em funcionamento nesta quinta-feira (15/12), com anos de atraso, prometendo oferecer localizações geográficas mais precisas do que o Sistema de Posicionamento Global (GPS, na sigla em inglês).

"Hoje, o Galileo, o sistema de navegação por satélite mais preciso do mundo, se tornou realidade", afirmou em comunicado a comissária europeia da Indústria, Elzbieta Bienkowska.

O Galileo é pretende oferecer um posicionamento mais preciso que o GPS, desenvolvido pelos EUA, utilizando uma tecnologia que permite identificar a localização com uma precisão de centímetros em vez de metros.

Com 18 satélites em posição até o momento, o envio de sinais pelo sistema europeu deverá ganhar maior força e autonomia com a inclusão de mais satélites à sua rede, que circula a 23.222 quilômetros da Terra. Os responsáveis pelo projeto, a Comissão Europeia e a Agência Espacial Europeia (ESA), afirmam que o Galileo estará completamente operacional em 2020.

Os serviços iniciais estarão disponíveis gratuitamente em smartphones e aparelhos de navegação que utilizem microchips compatíveis com o novo sistema. 

Além de fornecer sinais para os navegadores, o Galileo, em combinação com satélites de busca e resgate do sistema Cosps-Sarsat, poderá localizar navios ou até mesmo montanhistas que estejam em situação de perigo.

Inicialmente, o projeto foi aprovado com um orçamento de cerca de 3 bilhões de euros e deveria ter entrado em operação em 2008. No entanto, a iniciativa enfrentou diversos problemas técnicos e financeiros, incluindo o lançamento de dois satélites numa órbita errada em 2014. Até 2020, estima-se que os custos do projeto atinjam os 10 bilhões de euros.

RC/afp/dw

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