Samsung compensará fornecedores do Galaxy Note 7 | Notícias e análises internacionais mais importantes do dia | DW | 18.10.2016
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Mundo

Samsung compensará fornecedores do Galaxy Note 7

Gigante sul-coreana anuncia medida para aplacar prejuízos das empresas que fornecem componentes, após confirmar término da produção por não conseguir resolver problema de incêndios nos aparelhos.

Fracasso do Galaxy Note 7 deverá acarretar à empresa perdas operativas de 5,38 bilhões de dólares

Fracasso do Galaxy Note 7 deverá acarretar à empresa perdas operativas de 5,38 bilhões de dólares

A companhia sul-coreana Samsung Electronics anunciou nesta terça-feira (18/10) que vai pagar compensações aos fornecedores afetados pela decisão da empresa de retirar do mercado os smartphones Galaxy Note 7.

Na semana passada, a gigante do ramo eletrônico informou que iria interromper a produção do modelo após um recall caótico em que os aparelhos que substituíram os originais, cujas baterias se incendiaram, apresentarem o mesmo problema.

O fiasco deverá acarretar para a empresa perdas operativas de 5,38 bilhões de dólares entre julho último e março do próximo ano. Os danos atingem também em torno de 70 empresas fornecedoras de vários países – de produtos que vão de câmeras a embalagens – com perdas estimadas em 1,7 bilhão de dólares.

"Vamos oferecer compensações totais aos inventários remanescentes dos componentes do Note 7 entre nossos fornecedores", declarou a empresa em comunicado.                                      

"Pedimos desculpas por causar transtornos aos nossos fornecedores em razão da descontinuação da produção do Galaxy Note 7 [...] Vamos efetuar as compensações rapidamente para minimizar as dificuldades que enfrentam", dizia a nota. O pagamento será calculado de acordo com o volume do inventário de cada fornecedor.

O fracasso do Galaxy Note 7 gerou impacto na economia do país, uma vez que a Samsung é responsável por 17% do Produto Interno Bruto (PIB) sul-coreano. O banco central da Coreia levou em consideração a crise da empresa ao reduzir a previsão de crescimento do país de 2,9% para 2,8%.

RC/afp/efe

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