Roberto Azevêdo é reeleito diretor-geral da OMC | Notícias e análises sobre a economia brasileira e mundial | DW | 01.03.2017
  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Economia

Roberto Azevêdo é reeleito diretor-geral da OMC

Organização Mundial do Comércio será comandada por brasileiro por mais quatro anos. Em discurso, Azevêdo afirma que multilateralismo comercial enfrenta tempos difíceis e pede que membros da OMC defendam instituição.

Azevêdo assumiu cargo em 2013

Azevêdo assumiu cargo em 2013

Numa disputa sem adversários, o Conselho Geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) reelegeu nesta terça-feira (28/02) o brasileiro Roberto Azevêdo como diretor-geral do organismo multilateral para um segundo mandato de quatro anos.

Azevêdo comanda a OMC desde maio de 2013, após superar seis candidatos que disputavam também o cargo. Ao agradecer a confiança depositada nele na eleição, o brasileiro afirmou que a organização está "no caminho certo" porque conseguiu "muito durante os últimos anos".

Assistir ao vídeo 02:00
Ao vivo agora
02:00 min

Qual a importância da OMC?

"A OMC é mais forte agora do que em 2013", afirmou, embora tenha admitido que é possível "fazer muito mais", particularmente para os "atores menores e aqueles que se sentem afastados do benefício econômico que representa o comércio", acrescentou. "Temos que criar um sistema comercial mais inclusivo".

O brasileiro admitiu ainda que a conjuntura atual é complicada. "Estes são tempos difíceis para o multilateralismo comercial", disse Azevedo, sem se referir a Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. "A ameaça do protecionismo não pode ser ignorada", destacou.

Azevêdo encorajou ainda os membros da OMC a "erguerem a voz em favor" da organização num momento no qual os Estados Unidos estudam a possibilidade de deixar a instituição. "Quero que os senhores defendam o valor que veem no comércio e no sistema comercial. Esta organização está aqui por uma razão, para apoiar o desenvolvimento econômico, o crescimento e a geração de emprego, mas também para apoiar a paz, a cooperação e a solidariedade entre nações", ressaltou.

O segundo mandato de Azevêdo começa no próximo dia 1º de setembro.

CN/efe/lusa

Leia mais

Áudios e vídeos relacionados