Quatro anos após escândalo, ″Tesouro de Munique″ é exposto ao público | Cultura europeia, dos clássicos da arte a novas tendências | DW | 17.01.2018
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Cultura

Quatro anos após escândalo, "Tesouro de Munique" é exposto ao público

Exposição "Inventário Gurlitt" apresenta as obras apreendidas no apartamento de Cornelius Gurlitt, herdeiro do mais famoso comerciante de arte de Hitler.

Assistir ao vídeo 05:52

Nessa exposição não se trata apenas da arte em si. Mas de descobrir a origem dessas obras e o escândalo por trás delas. A mostra “Inventário Gurlitt” está em cartaz em Bonn, na Alemanha, e em Berna, na Suíça. Ela é resultado das investigações iniciadas em 2012, quando o Ministério Público Alemão apreendeu cerca de 1500 obras de arte, em Munique, na casa de Cornelius Gurlitt, filho de Hildebrandt Gurlitt, funcionário do Terceiro Reich. A suspeita imediata: que se tratasse da chamada "arte degenerada", obras confiscadas pelo regime nazista. O escândalo rodou mundo, ocupou as manchetes internacionais e se tornou uma prioridade do governo alemão. Mas para surpresa geral, até agora, apenas seis obras foram claramente identificadas como roubadas.