PRODUÇÃO DE ETANOL NO BRASIL | Escreva sua opinião, comentários, críticas ou sugestões | DW | 14.03.2009
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Sua Opinião

PRODUÇÃO DE ETANOL NO BRASIL

Esta semana nossos usuários comentaram a produção de etanol no Brasil, cinema alemão e Krautrock. Vale a pena ler!

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Produção de etanol em Capivari, São Paulo

As preocupações de Hans Herren são louváveis, até entrar no tema biocombustíveis. Aí ele demonstra total ignorância com relação ao Brasil, o seu tamanho, a sua geografia, o seu programa de biocombustíveis e o produto usado para a fabricação do etanol. A política do Brasil está totalmente correta quanto à produção e objetivos finais que são:abastecimento interno e exportação.

Agora, se ele estiver falando somente para a Europa, onde os países são pequenos em extensão e estão substituindo áreas agricultáveis para alcançar esse objetivo, que usam o milho como os americanos o fazem, a sua preocupação então é justa. Mas que se restrinja à Europa e os Estados Unidos.

Países como o Brasil e outros da América Latina, não tão extensos, mas com problemas sociais graves e que têm terra de sobra, que façam como o Brasil. Quanto mais imediatos forem os resultados, com maior rapidez os problemas poderão ser resolvidos.
Paulo Borchio

Infelizmente, a preocupação com a aceleração do crescimento do Estado tem ofuscado medidas restritivas no que tange à proteção do trabalhador rural, do solo e da economia de subsistência. A crise energética tem se mostrado em primeiro plano nas preocupações governamentais. Dessa forma, o biocombustível tem se mostrado cada vez mais presente como fonte energética, uma vez que permite o crescimento industrial e, consequentemente, o econômico.

Contudo, o governo não pode deixar de considerar os efeitos que tais medidas podem ocasionar. De fato, a melhor decisão seria a de conter a produção, de forma que esta venha a suprir a demanda energética apenas no Brasil; assim como a de implementar medidas de proteção ao pequeno agricultor e a policultura de subsistência.
Lauro Campos

Brevemente, pesquisas inovadoras comprovarão a importante fonte bioenergética dos oceanos e mares como produtores de biomassa aquática. Focar simplesmente nos meios de produção terrestre de biocombustíveis não contribui em nada para o fim da fome e da solução energética mundial. Contando com 70% da superfície do globo terrestre, o surgimento de lavouras marinhas de produção de biomassa causará um melhor destino das terras continentais destinadas ao uso e exclusivo da produção de bionergia. Negar projetos ambientais necessários e inovadores de grande escala em áreas marítimas apropriadas, para o planeta e seres vivos, é tão maléfico quanto priorizar em determinadas regiões a produção do biocombustível. Precisamos conhecer o inventário da clorofila que nossos oceanos e mares possam nos dar. Este é o caminho.
Miguel Nicolau

KRAUTROCK A CONTRIBUIÇÃO ALEMÃ À VANGUARDA POP DOS ANOS 60
Muito interessante a abordagem sobre o contraste do rock progressivo em terras do erudito. Seria bacana poder ler sobre outras bandas, menos divulgadas aqui no Brasil. Fica a sugestão e o apreço!
Paulo Rego

É isso aí, as artes como linguagem do mundo, crítica e caminhos outros para se pensar a vida, destinos da humanidade, revelados e pensados através dela. Muito importante o conteúdo sobre o contexto histórico dos anos 60/70, auge da Guerra Fria e o link feito com nossos grupos musicais, também transgressores da época. Aguardo mais matérias inspiradas e pesquisadas como essa. Vamos à Tropicália/Tropicalismo e a nossa "guerra quente", durante a ditadura militar.
Carla Benassi

Muito interessante essa matéria sobre os grupos alemães e os anos 70. Muitas bandas surgiram por lá com grande potencial e uma energia (luz) peculiar. Parabéns Felipe, foi uma aula!
Antonio Pedro Fortuna

CINEMA ALEMÃO

Adoraria ver com mais frequência filmes alemães – O mercado brasileiro está uma "titica" por imposição dos filmes, horríveis enlatados norte-americanos, na maioria próprios para o lixo, a contaminar nossa juventude com uma mediocridade/violência e nos obriga a uma visão falsa da cultura do nosso tempo. Por que a Europa deixa isto acontecer? O cinema, a música e a arte europeia, por que não vêm se mostrar [...]? Brasileiros gostam, sim, de arte!
Adeir Reis

Os filmes de Wim Wenders me interessam muito, desde o momento que assisti a Paris, Texas. Depois assisti a Sob o céu de Lisboa, Asas do desejo e O hotel de um milhão de dólares. Vejo aspectos comuns em seus filmes como: reflexão sobre a vida humana, beleza poética e um questionamento permanente sobre o ofício de fazer cinema, além, é claro, de conseguir fazer um bom filme. Algumas entrevistas que ouvi de Wenders me deixaram a impressão de que se trata de um profissional não apenas competente, mas preocupado com o que faz e com o seu tempo.
Sérgio Schweitzer Cruz



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