PIB alemão cresce 3,6% em 2010 e tem a maior alta desde a reunificação | Notícias e análises sobre a economia brasileira e mundial | DW | 12.01.2011
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Economia

PIB alemão cresce 3,6% em 2010 e tem a maior alta desde a reunificação

Exportações e investimentos privados impulsionaram o desempenho da economia alemã no ano passado, após uma queda histórica de 4,7% em 2009. Porém o deficit público supera o limite de 3% permitido pela União Europeia.

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Porto de Hamburgo, símbolo da economia voltada para as exportações

A economia da Alemanha teve em 2010 sua maior expansão desde a reunificação do país. Exportações, investimentos privados e consumo interno fizeram o Produto Interno Bruto (PIB) do país crescer 3,6%, divulgou nesta quarta-feira (12/01) o Departamento Federal de Estatísticas (Destatis), com sede em Wiesbaden.

"Em nenhuma outra nação industrializada houve um resultado melhor que o nosso", afirmou o ministro da Economia da Alemanha, Rainer Brüderle. Em 2009, a economia alemã havia registrado uma queda de 4,7%, a maior desde o pós-Guerra. Para 2011, analistas calculam um crescimento superior a 2%.

Principalmente as exportações, que cresceram 14,2%, colaboraram para o bom resultado de 2010. Também positivo foi o impacto dos investimentos privados. Em 2010, as empresas alemãs investiram 9,4% mais em máquinas e equipamentos do que no ano anterior. O consumo privado cresceu 0,5%. Já o consumo do governo aumentou 2,2%.

A notícia ruim foi o aumento do deficit público. Em 2010, os governos federal, estaduais e municipais, bem como a previdência social, gastaram 88,57 bilhões de euros a mais do que arrecadaram, o que corresponde a um deficit orçamentário de 3,5% do PIB. Esse resultado viola o pacto de estabilidade do euro, que determina um deficit máximo de 3%.

AS/rtr/dpa
Revisão: Rodrigo Rimon

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