Perguntas ao agente funerário Fritz Roth | Entenda a Alemanha, sua diversidade, estrutura e história | DW | 18.05.2010
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Entenda a Alemanha

Perguntas ao agente funerário Fritz Roth

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Nome: Friedrich Hubert Roth, conhecido por Fritz

Idade: 60 anos

Local de nascimento: distrito de Eikamp, em Bergisch-Gladbach

Estado civil: casado

Filhos: um filho e uma filha

Profissão: agente funerário

Escolaridade? Estudei em seminário católico e sou graduado em administração de empresas.

Como inicio o dia? Muito cedo. Na regra, meu despertador toca entre 5 e 6 horas. A televisão fica ligada enquanto me arrumo. É a única hora do dia em que posso assistir às notícias. Tomo o café da manhã com a minha esposa e lemos os dois jornais mais importantes da minha região. Minha esposa lê um, e eu, o outro. Depois trocamos. Vou ao escritório.

O que é tipicamente alemão? Tudo é organizado e regrado. Para tudo há uma norma. E o pior: todos se mantêm a ela.

O que é típico em mim? Me entusiasmo muito rapidamente com novas ideias, sobretudo com a vida.

Ponto forte: Sou sempre muito otimista e penso positivo. Não vejo primeiro o problema, mas sim digo: vamos começar e depois vemos como continuamos!

Ponto fraco: Não sei dizer não, o que, às vezes, me sobrecarrega.

Principal atividade no tempo livre? Sair para comer na companhia de pessoas que eu gosto.

Prato preferido? Tenho paixão por sushi. Mas ainda prefiro um bife inglês assado ao molho bearnaise ou ao molho de pimenta. É divino! Minha refeição alemã predileta é sopa com nhoque. Também gosto de sorvete.

Você revelaria a receita? Sim.

Música? Ouço muita música – como som de fundo, no meu trabalho. No meu escritório, há 1.500 CDs, que vão do jazz ao clássico, além de intérpretes da música pop internacional. Eu amo Beatles e The Mamas and the Papas. Eu sei cantar todas as músicas dos anos 70. Dos cantores alemães, eu gosto de Reinhard May e Stephan Sulke. Também adoro música étnica. Quando visito um país, sempre trago algo da música local comigo. Eu não gosto muito da música de Stockhausen, embora ele tenha sido sepultado por nós.

Gostaria de ter mais tempo para? A arte. Para desenvolver algo ligado à música, que possa ajudar aquelas pessoas que o sofrimento fez enrijecer.

Quando penso no futuro…? Penso em tudo aquilo que ainda temos para descobrir. Nos dons que o homem tem para desenvolver novos projetos. Descobertas que, espero eu, sejam usadas para o bem da sociedade e da humanidade. Mas é ali que mora o perigo, porque o tentador está sempre entre nós e, volta e meia, nos tira o foco.

Minha filosofia de vida...? "Importante é que o coração esteja bem". Deveríamos disseminar a linguagem do coração, pois esta alcança a todos, fazendo com que nos entendamos no mundo inteiro. Para cada problema, haverá uma perspectiva, se agirmos com o coração.

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