Parciais no Egito indicam reeleição de presidente | Notícias internacionais e análises | DW | 29.03.2018
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Mundo

Parciais no Egito indicam reeleição de presidente

Resultados preliminares mostram que Abdel Fatah al-Sisi deve se eleger para segundo mandato com mais de 90% dos votos e que pleito teve participação de 42% dos eleitores. Único concorrente obteve cerca de 3%.

Cédulas eleitorais durante contagem de votos no Egito

Cédulas eleitorais durante contagem de votos no Egito: participação foi menor que eleição presidencial anterior

Resultados preliminares confirmam a reeleição, para um segundo mandato, do presidente do Egito, Abdel Fatah al-Sisi, com cerca de 92% dos votos, num pleito que contou com participação de 42% dos eleitores, noticiou a mídia local nesta quinta-feira (29/03).

O jornal oficial Al Ahram, favorável ao líder, informa que Sisi recebeu cerca de 23 milhões dos 25 milhões de votos válidos. Seu único rival, Musa Mustafa Musa, só obteve cerca de 3%.

A participação seria inferior ao pleito anterior, em 2014, que também resultou na vitória de Sisi e contou com a participação de 47% do eleitorado, segundo dados divulgados na época e cuja veracidade foi questionada pela oposição.

A previsão é que o resultado oficial do pleito deste ano seja divulgado na próxima segunda-feira. As eleições foram realizadas entre segunda e quarta-feira em todo o país, e as urnas estiveram abertas durante 12 horas por dia.

Nesta quarta-feira, a autoridade eleitoral estendeu em uma hora o período de votação devido ao "aumento do número de eleitores" que estavam comparecendo às seções eleitorais e também, pelo mau tempo.

A vitória de Sisi era amplamente esperada, pois Musa, seu único oponente e um aliado do atual governo, não participou de comícios durante a campanha eleitoral e quase não fez propaganda para se tornar mais conhecido da população.

A grande incógnita era o índice de participação, algo que preocupou tanto que as autoridades chegaram a anunciar que aplicariam multas aos eleitores que não fossem às urnas.

Os partidos de oposição convocaram um boicote por considerar uma "farsa" as eleições. A campanha eleitoral foi antecedida por ações contra adversários políticos do atual presidente. Potenciais candidatos foram presos ou retiraram a candidatura sob circunstâncias obscuras.

MD/efe/dpa

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