Moody′s põe fundo de resgate do euro em perspectiva negativa | Notícias e análises sobre a economia brasileira e mundial | DW | 25.07.2012
  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages
Publicidade

Economia

Moody's põe fundo de resgate do euro em perspectiva negativa

Agência rebaixa a perspectiva do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira e de seis estados alemães de "estável" para "negativa", depois de ter feito o mesmo com a avaliação de Alemanha, Holanda e Luxemburgo.

A agência de classificação de risco Moody's rebaixou nesta terça-feira (24/07) a perspectiva do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF), passando-a de "estável" para "negativa".

Segundo a agência, a decisão é um reflexo da revisão das perspectivas de Alemanha, Holanda e Luxemburgo, também rebaixadas de "estável" para "negativa" no dia anterior.

Os problemas enfrentados pela zona do euro, como a possível saída da Grécia e as alterações nas perspectivas da Alemanha, da Holanda e de Luxemburgo, indicam "um aumento da probabilidade de a nota do FEEF poder ser cortada nos próximos 12 a 18 meses", mas que, por hora, ela permanece inalterada.

Os três países são os principais financiadores do fundo de resgate temporário da zona do euro, mas a perspectiva negativa anunciada segunda-feira indica uma possível alteração em curto prazo da atual nota máxima Aaa.

A Moody's acrescentou que existe uma probabilidade cada vez mais forte de que outros países da zona do euro venha a pedir ajuda, como a Espanha e a Itália

A Moody's informou ainda que a perspectiva do FEEF pode ser alterada novamente para "estável", mas isso só acontecerá se as perspectivas dos três principais financiadores com melhor nota forem também elevadas para "estável".

A agência Moody's também reduziu de "estável" para "negativa" a perspectiva dos estados alemães de Baden-Württemberg, Baviera, Berlim, Brandemburgo, Renânia do Norte-Vestfália e Saxônia-Anhalt, além de empresas estatais alemãs, como a Deutsche Bahn e a Deutsche Flugsicherung, responsáveis respectivamente pelo transporte ferroviário e controle de tráfego aéreo.

GMF/rtr/dpa/lusa
Revisão: Alexandre Schossler

Leia mais