1. Pular para o conteúdo
  2. Pular para o menu principal
  3. Ver mais sites da DW
Foto mostra um drone voando no céu.
EUA costumam usar drones para monitoramente e ataques na SíriaFoto: Anas Alkharboutli/dpa/picture alliance
TerrorismoSíria

Líder da Al Qaeda é morto em ataque a drone dos EUA na Síria

23 de outubro de 2021

De acordo com o exército americano, morte de Abdul Hamid al-Matar "interromperá a capacidade da organização terrorista de planejar e realizar ataques globais". Não foram identificadas vítimas civis.

https://www.dw.com/pt-br/l%C3%ADder-da-al-qaeda-%C3%A9-morto-em-ataque-com-drone-dos-eua-na-s%C3%ADria/a-59603676?maca=bra-rss-br-all-1030-rdf

O exército americano anunciou nesta sexta-feira (22/10) ter abatido um líder do grupo terrorista Al Qaeda em um ataque com drone perto da cidade de Suluk, na Síria, sob controle turco.

"Um ataque aéreo dos EUA hoje [sexta-feira] no noroeste da Síria matou o líder da Al Qaeda Abdul Hamid al-Matar", disse o porta-voz do Comando Central, major John Rigsbee, em um comunicado, acrescentando que o drone utilizado foi um modelo MQ-9 e que não foram identificadas vítimas civis.

"A remoção deste líder sênior da Al Qaeda interromperá a capacidade da organização terrorista de planejar e realizar ataques globais, que ameaçam cidadãos americanos, nossos parceiros e civis inocentes", acrescentou o comunicado.

Posto avançado dos EUA atacado

Os militares americanos, porém, não informaram se foi uma retaliação ao ataque há dois dias contra a base de Al-Tanf, no sul do país, utilizada pela coalizão internacional liderada pelos EUA, perto das fronteiras com a Jordânia e o Iraque. 

Segundo o Pentágono, em setembro, outro comandante da Al Qaeda, Salim Abu-Ahmad, foi morto em um ataque aéreo em Idlib, no noroeste da Síria.

" A Al Qaeda continua representando uma ameaça para os Estados Unidos e aliados", afirmou Rigsbee. 

O grupo "utiliza a Síria como uma base recuada para se reconstituir, coordenar-se com afiliados e planear operações no exterior", acrescentou. 

Cerca de 500.000 pessoas foram mortas desde o início da guerra civil na Síria, em 2011, e mais de 6,6 milhões buscaram refúgio no exterior. Aproximadamente 900 soldados americanos permanecem no nordeste sírio e na base de Al-Tanf, no sul. 

le (lusa, afp, reuters, dpa)