Israel prende suspeitos de ataque a ônibus | Notícias internacionais e análises | DW | 23.11.2012
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Mundo

Israel prende suspeitos de ataque a ônibus

Autoridades afirmam que o principal suspeito é um israelense de origem árabe. Pessoas ligadas ao Hamas e à Jihad Islâmica também foram detidas sob a acusação de envolvimento no ataque.

Israeli police explosives experts look under a damaged bus after an explosion in Tel Aviv November 21, 2012. A bomb exploded on a bus in central Tel Aviv on Wednesday, wounding 15 people in what Israeli officials said was a terrorist attack that could complicate efforts to secure a ceasefire in the Gaza Strip. REUTERS/Leah Angel(ISRAEL - Tags: CIVIL UNREST) // Eingestellt von wa

Israel / Tel Aviv / Anschlag / Bus

Autoridades israelenses declararam nesta quinta-feira (22/11) ter prendido o principal suspeito do atentato à bomba a um ônibus que deixou mais de 20 pessoas feridas no início desta semana.

De acordo com a polícia, o principal suspeito é um homem árabe-israelense que havia sido detido sob custódia na quarta-feira, mesmo dia em que o ataque ocorreu.

As autoridades também disseram que um número de palestinos ligados aos grupos radicais Hamas e Jihad Islâmica também foram detidos por terem conexão com o ataque. Elas teriam recrutado o principal suspeito para efetuar o ataque.

A agência de segurança doméstica israelense, a Shin Bet, afirmou que continua a interrogar os suspeitos. "A investigação está em andamento e outras prisões serão efetuadas", declarou a Shin Bet à imprensa.

Segundo a agência de notícias DPA, o principal suspeito é um palestino originário da Cisjordânia e que ganhou a cidadania israelense devido ao casamento com uma árabe-israelense.

Ele é acusado de colocar a bomba no ônibus, antes de detoná-la de uma esquina na região central de Tel Aviv usando um telefone celular. Ninguém morreu na explosão, que deixou mais de 20 pessoas feridas.

Havia o temor de que o atentado colocasse em risco as negociações de um cessar-fogo entre Israel e o grupo militante Hamas, que controla a Faixa de Gaza. Entretanto, a trégua mediada pelo Egito, destinada a encerrar a ofensiva aérea israelense em Gaza e os ataques com foguetes contra Israel feitos por militantes palestinos, chegou a um acordo algumas horas depois.

RO/rtr/afp/dpa
Revisão: Alexandre Schossler

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