Incêndio leva 9 mil pessoas a deixar residências na Espanha | Novidades da ciência para melhorar a qualidade de vida | DW | 13.05.2016
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Ciência e Saúde

Incêndio leva 9 mil pessoas a deixar residências na Espanha

Fogo em depósito irregular de pneus em cidade próxima a Madri leva autoridades a evacuar complexo habitacional por causa do risco de nuvem tóxica chegar à área. Bombeiros ainda tentam controlar as chamas.

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Incêndio no maior depósito de pneus da Espanha

Autoridades espanholas ordenaram nesta sexta-feira (13/05) que cerca de 9 mil pessoas deixem suas residências num complexo habitacional em Seseña, cidade localizada a aproximadamente 30 quilômetros de Madri, após um incêndio num depósito de pneus, considerado o maior da Europa. O fogo formou nuvens tóxicas de fumaça preta visíveis no céu da capital da Espanha.

O governo regional de Castilla-La Mancha anunciou que ambulâncias foram enviadas ao local para transportar os moradores que têm problemas de saúde e dificuldade de locomoção. Aulas foram suspensas devido ao desastre ambiental.

Durante o dia, moradores foram orientados a permanecer dentro de casa, com as janelas fechadas. O governo, no entanto, decidiu evacuar a região devido à possibilidade de mudança nas condições meteorológicas durante a noite, o que poderia empurrar a fumaça tóxica em direção ao complexo habitacional. O depósito de pneus fica a cerca de 1 quilômetro do local.

O incêndio começou de madrugada, por volta das 2h (horário local). Ainda não se sabe o que provocou o fogo, mas autoridades espanholas acreditam que ele seja criminoso. Não há registros de feridos.

Mais de 18 horas depois, os bombeiros ainda tentam controlar o incêndio. Dois helicópteros-tanque foram usados no combate ao fogo. Cerca de 70% dos pneus foram queimados. De acordo com o secretário regional de Meio Ambiente, Francisco Martinez, não há previsão de quando o fogo será controlado.

O depósito, que ocupa uma área de 10 hectares, é conhecido como "cemitério de pneus" e foi considerado ilegal em 2003 devido à falta de licenças para o seu funcionamento. Desde então, autoridades tentam fechar o local. No final do ano passado, o governo local anunciou que abriria uma licitação para limpeza da região e a destruição dos pneus.

CN/ap/afp/rtr

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