Grupo extremista é condenado à prisão na Alemanha | Notícias sobre política, economia e sociedade da Alemanha | DW | 15.03.2017
  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Alemanha

Grupo extremista é condenado à prisão na Alemanha

Quatro membros da Oldschool Society recebem penas entre três e cinco anos de prisão por planejar atentados contra abrigos de refugiados. Segundo tribunal, planejamento estava em estágio avançado.

default

Célula terrorista se formou em 2014 num grupo de internet

Os quatro líderes do grupo de extrema direita Oldschool Society foram condenados à prisão nesta quarta-feira (15/03) por formação de uma organização terrorista na Alemanha. Eles são acusados de planejar atentados contra abrigos de refugiados.

Segundo a sentença de um tribunal de Munique, os planos já estavam em estágio avançado. Durante buscas nos apartamentos dos suspeitos, a polícia encontrou artefatos explosivos, gás e armas brancas. Parte do material fora comprada ilegalmente na República Tcheca.

Os três homens e uma mulher provenientes dos estados da Baviera, Saxônia e Renânia do Norte-Vestfália formaram a pequena célula terrorista num grupo de internet em 2014, no qual trocavam mensagens contra imigrantes e muçulmanos. Eles foram detidos em maio de 2015, numa operação que envolveu mais de 200 agentes policiais.

Os dois líderes da organização, Andreas H., de 58 anos, e Markus W., de 41 anos, receberam penas mais longas, de quatro anos e meio e cinco anos, respectivamente. A namorada de Markus, Denise G., de 24 anos, foi condenada a três anos e dez meses, e o "porta-voz" do grupo, Olaf O., a três anos de prisão.

A procuradoria havia pedido penas entre quatro e sete anos de prisão. A defesa pedira a absolvição dos acusados, argumentando que, apesar de os membros do grupo terem falado sobre atos de violência contra refugiados, os atentados não chegaram a ser concretizados. Já o juiz Reinhold Baier alegou que os réus tinham clara intenção de matar refugiados ao planejar os atentados.

KG/dpa/afp

Leia mais