Grandes mestres da arte e uma coisa em comum: o fascínio pela cor | Cultura europeia, dos clássicos da arte a novas tendências | DW | 06.06.2018
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Cultura

Grandes mestres da arte e uma coisa em comum: o fascínio pela cor

A exposição "A aventura da cor” fica em cartaz até 22 de julho de 2019 no Centro Pompidou da cidade de Metz, na França - uma filial do museu parisiense.

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O que seria do mundo se não existissem cores? E o que seria da arte? Uma exposição no Centro Pompidou de Metz convida a entrar neste universo quase alquímico. Para Wassily Kandinsky, o azul era uma cor celestial. Ele tinha uma teoria própria: azul representava o sobrenatural; dourado, o mundano. Kandinsky era tão viciado em cores que até mesmo a paleta de tinta dele se tornou obra de arte.

Seu contemporâneo, Henri Matisse, foi além. Para ele, a cor era ainda mais importante que o tema da pintura - era uma maneira de expressar sentimentos. Foi assim que Matisse se tornou um dos fundadores de um novo estilo, o Fauvismo. Em determinado momento, Henri Matisse abandonou a pintura e se dedicou à colagem de papeis coloridos. Ele chamava a técnica de “Papier découpé” e com ela, colocava a cor acima da forma - algo que fez até os últimos dias de vida.

A exposição “L'aventure de la couleur”, "A aventura da cor”, também apresenta a obra de Yves Klein. Uma piscina azul apresenta a cor em sua forma mais bruta. Para o artista, a aventura da cor era uma experiência monocromática. A mostra fica em cartaz até 22 de julho de 2019 no Centro Pompidou da cidade de Metz, na França - uma filial do museu parisiense.