Futurando - Edição de 11/12/19 | Programa de ciência, meio ambiente e tecnologia da DW Brasil | DW | 09.12.2019
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Futurando!

Futurando - Edição de 11/12/19

Perigos e desafios climáticos são tema do programa desta semana.

Assistir ao vídeo 25:50

Esta edição do Futurando repercute, na voz de cientistas e dados mundiais, a urgência de medidas efetivas contra o aumento da temperatura global. Desde o século 19, a temperatura média da Terra subiu 1°C. As ações do homem têm intensificado o aquecimento. Tudo indica que caminhamos para uma elevação ainda mais significativa nos próximos anos. Quais as consequências?

Você conhece ou já ouviu falar do chamado permafrost, o gelo eterno? É o solo congelado que cobre boa parte da superfície do Hemisfério Norte, em países com Rússia e Canadá, e no Alasca. O aquecimento já está provocando o derretimento do permafrost. E esse é um fato, em si, que só piora tudo. No permafrost repousam quantidade enormes de gases capazes de acelerar o efeito estufa e microrganismos de dezenas de séculos atrás. Ou seja, o perigo é gigante.

Como enfrentar e eventualmente até resolver todos os dilemas? Manipular o clima? A chamada geoengenharia, ou intervenção climática, aponta caminhos variados. A questão é que cada caminho também aponta para possíveis riscos. O que fazer então? É bom lembrar que algumas medidas independem de qualquer ação geoengenharia.

A China, por exemplo, um dos maiores poluidores e onde as partículas de poeira chegam a nublar até mesmo um dia de sol, está com uma grande questão: o governo quer substituir carvão por plantas solares. O país inclusive já deixou de construir novas usinas de carvão. Desde 2013, o consumo desse tipo de combustível está estagnado.

No caso do Brasil, a mudança está chegando a um setor onde ela é essencial: agropecuária. No Mato Grosso, uma empresa oferece um serviço de recuperação de fazendas de gado com solos quase esgotados. A ideia é tornar as propriedades mais sustentáveis. A iniciativa tem dado certo e vem aumentando a produtividade. Além de rentável, o manejo sugerido no método é mais ecológico e pode evitar que novas áreas sejam desmatadas.