Futurando - Coronavírus: como tudo começou | Programa de ciência, meio ambiente e tecnologia da DW Brasil | DW | 20.03.2020

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Futurando!

Futurando - Coronavírus: como tudo começou

A cronologia do caos e a ciência na busca por uma saída.

Assistir ao vídeo 24:26

Confira nesta edição do Futurando especial sobre coronavírus:

- A cronologia do caos: o Futurando refaz a linha do tempo do coronavírus, desde quando, como e onde ele surgiu, em Wuhan, na China, no começo de dezembro de 2019, até quando se espalhou para o mundo todo.

- Cientistas de todo o mundo estão empenhados em encontrar o mais rapidamente possível uma vacina contra a covid-19, mas ela ainda deve demorar pelo menos um ano e meio para ficar pronta. Por isso, outras ações também são importantes. O Futurando conversou com equipes que analisam, por exemplo, onde o novo coronavírus se multiplica no corpo e que danos pode causar. E ainda com cientistas que querem entender o fluxo de propagação da doença.

- Já se sabe que contrair o coronavírus é muito mais grave para pessoas dos chamados grupos de risco, que incluem indivíduos com problemas respiratórios e cardíacos pré-existentes e diabéticos. O programa entrevista especialistas e explica por que cada um desses fatores agrava o quadro dos infectados e que medidas podem ser tomadas para tentar evitar a contaminação. 

- Além de pesquisar uma vacina, grupos de cientistas também se dedicam a desenvolver um medicamento para tratar a covid-19. Na Alemanha, um time estuda com sucesso há muito tempo formas de inibir os vírus ebola, lassa e zika. Acredita-se que essas pesquisas possam ajudar a produzir um medicamento para a doença causada pelo novo coronavírus.

- Muitos países fecharam as fronteiras para conter a disseminação do coronavírus e milhares de voos e muitos cruzeiros foram cancelados. O Futurando conversou com especialistas para saber o quão perigoso é viajar de avião ou de navio.

- As previsões mais otimistas indicam que uma vacina contra a covid-19 estará pronta em, no mínimo, um ano e meio, apesar dos esforços conjuntos de vários países. Por isso, é importante também investigar alternativas para tratar os pacientes que já estão doentes, uma delas é a imunização passiva.