Francês grita ″Alá é grande″ e é baleado pela polícia espanhola | Notícias internacionais e análises | DW | 18.11.2017
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Mundo

Francês grita "Alá é grande" e é baleado pela polícia espanhola

Homem de origem marroquina que aparentava sofrer de problemas mentais não obedeceu ordens de agentes espanhóis. Polícia descarta terrorismo.

Spanien Sicherheitsvorkehrungen Rede Carles Puigdemont in Barcelona (picture-alliance/abaca/G. A. Moreno)

Agentes da Mossos d'Esquadra, a polícia regional da Catalunha

A polícia espanhola abriu fogo contra um cidadão francês que gritou "Allahu Akbar" (Alá é grande) em um pedágio próximo à fronteira da Espanha e França, informaram as autoridades do país ibérico neste sábado (18/11). O homem, de origem marroquina, aparentemente tinha problemas mentais e ficou ferido no quadril.

Ele segurava um objeto que os agentes confundiram com uma arma, informou a polícia regional catalã, os Mossos d'Esquadra, ressaltando que não há indícios de terrorismo.

O incidente ocorreu pouco depois da meia-noite deste sábado (horário local). O homem trafegava em um veículo com placa francesa e estava acompanhado de uma mulher. Enquanto passavam pelo pedágio da cidade fronteiriça de La Jonquera, sua atitude "incomum" chamou a atenção de uma patrulha da Guarda Civil, que pediu reforços aos Mossos, de acordo com um porta-voz da polícia catalã.

"Parecia manipular algum tipo de objeto dentro do veículo. Pediram para que ele saísse. No início, ele não fez questão, e depois saiu com algo nas mãos, de frente para os agentes", explicou o porta-voz, acrescentando que o indivíduo, segundo os policiais presentes, gritou "Allahu Akbar".

Os agentes terminaram por efetuar "disparos ao ar para intimidá-lo, mas o homem continuou andando em direção aos agentes, que finalmente atiraram em seu quadril", relatou o porta-voz.

"O homem, ferido, após terem atirado nele, voltou a entrar no carro, começou a tirar as roupas e voltou a sair. Parecia sofrer de algum tipo de transtorno mental", disse a fonte. Ele foi hospitalizado em Gerona, onde passou por uma operação.

A Guarda Civil declarou que ele não corre risco de vida e se limitou a dizer que há uma investigação em curso para esclarecer o ocorrido.

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JPS/afp

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