Familiares e amigos se despedem de Westerwelle em Colônia | Notícias sobre política, economia e sociedade da Alemanha | DW | 02.04.2016
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Alemanha

Familiares e amigos se despedem de Westerwelle em Colônia

Líderes políticos europeus, como Merkel, Gauck, Juncker e Steinmeier, participam da cerimônia fúnebre ao ex-ministro alemão do Exterior, que morreu duas semanas atrás, em decorrência de leucemia.

Amigos e familiares compareceram neste sábado (02/04) à cerimônia fúnebre do ex-ministro do Exterior da Alemanha Guido Westerwelle, cerca de duas semanas após sua morte. O funeral foi realizado na Basílica dos Santos Apóstolos, em Colônia.

O presidente da Alemanha, Joachim Gauck, a chanceler federal Angela Merkel, o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, o ministro alemão do Exterior, Frank-Walter Steinmeier, e a governadora da Renânia do Norte-Vestfália, Hannelore Kraft, entre outros políticos, estiveram presentes à cerimônia.

"A Alemanha perdeu uma pessoa e um político especial. Eu, pessoalmente, vou sentir a sua falta como pessoa e confidente", disse Merkel durante a cerimônia.

Deutschland Trauerfeier für Guido Westerwelle in Köln

Merkel fez muitos elogios a Westerwelle e disse que vai sentir falta dele como pessoa e confidente

A chanceler disse que a notícia da morte de Westerwelle a alcançou de maneira súbita. "Não podia e nem queria acreditar que não foi concedida a ele uma segunda vida ao lado de seu marido, Michel Mronz".

Após o funeral, o corpo de Westerwelle foi levado para o cemitério de Melaten, também em Colônia, onde foi enterrado.

Westerwelle morreu em 18 de março, aos 54 anos, em consequência de leucemia. Ele estava internado havia cerca de três meses. Em dezembro passado, chegou a cancelar uma aparição na televisão. "No contexto do meu tratamento, uma troca de medicamento tornou uma nova hospitalização necessária", relatou na época.

Deutschland Trauerfeier für Guido Westerwelle in Köln

Gauck (c) também participou da cerimônia

O político foi chefe do Partido Liberal Democrata (FDP) entre 2001 e 2011 e, após vários anos na oposição, foi ministro do Exterior alemão entre 2009 e 2013. Desde os anos 1980, ele era uma das personalidades mais influentes da política alemã. Nos dois primeiros anos em que ocupou a pasta do Exterior, foi também vice-chanceler federal.

A leucemia foi diagnosticada em junho de 2014 e fez com que Westerwelle se afastasse quase que completamente da vida pública. Ele escreveu um livro sobre a doença, intitulado Zwischen zwei Leben (Entre duas vidas, em português), publicado no ano passado.

EK/afp/dpa

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