Enem é adiado para mais de 270 mil candidatos | Notícias e análises sobre os fatos mais relevantes do Brasil | DW | 05.11.2016
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Brasil

Enem é adiado para mais de 270 mil candidatos

Ministério da Educação volta a ampliar lista de locais de prova e estudantes afetados, após mais escolas serem ocupadas. Minas Gerais e Paraná são estados com maior número de ocupações.

Após a ocupação de 41 novas escolas desta sexta-feira para este sábado (05/11), o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi adiado pelo Ministério da Educação (MEC) em 405 locais de prova, afetando 271.033 estudantes. Em vez de fazer o exame neste fim de semana, os candidatos o farão nos dias 3 e 4 de dezembro. 

O adiamento em cima da hora causou confusão no Centro de Ensino Médio Ave Branca, em Taguatinga, no Distrito Federal. Estudantes foram avisados de que não haveria prova no local, mas o exame foi aplicado para os poucos que compareceram.

Consultado pelo jornal Folha de S. Paulo, o Inep admitiu que houve um erro ao incluir a escola do Distrito Federal na lista oficial de lugares em que o Enem não seria aplicado. Quem compareceu ao local e fez a prova, terá o exame validado, afirmou o órgão. Os demais farão a prova em dezembro.

Até a tarde desta sexta-feira, 364 instituições de ensino, ocupadas, estavam na lista de locais onde a prova seria adiada, afetando mais 240 mil estudantes. Os números já haviam sido ampliados em relação aos divulgados inicialmente na terça-feira. 

Os estudantes foram avisados por e-mail e SMS sobre a mudança de data. Ao todo, 8,3 milhões de inscritos estão habilitados a fazer o Enem neste fim de semana, em mais de 16 mil instituições.

Minas Gerais, com 88 ocupações, e Paraná, com 76 ocupações, são os estados com maior número de locais de prova ocupados. Estudantes do ensino médio, superior e educação profissional têm buscado pressionar o governo contra a proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita os gastos do governo federal pelos próximos 20 anos, a chamada PEC do Teto. Eles também se opõem à reforma do ensino médio, proposta pela Medida Provisória (MP) 746/2016, enviada ao Congresso.

LPF/abr/ots

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