Como o neuromarketing influencia nossos hábitos de consumo | DW Brasil | Notícias e análises do Brasil e do mundo | DW | 30.06.2021

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Futurando

Como o neuromarketing influencia nossos hábitos de consumo

Especialistas explicam de que forma grandes companhias estudam o cérebro humano para induzir os consumidores a comprarem sempre mais

A próxima edição do Futurando explica o que é neuromarketing e como as empresas utilizam a técnica para induzir os consumidores a comprarem cada vez mais, mesmo coisas que eles realmente não precisem.

De acordo com especialistas, trata-se de um novo nível do marketing, em que as grandes companhias estudam o cérebro humano para entender o que mais nos atrai. Para isso, são usados exames como ressonância magnética funcional, eletroencefalogramas e até rastreamento ocular.

No programa, especialistas dão exemplos de como o neuromarketing é usado no nosso dia a dia, em situações que a maioria de nós já vivenciou, e como pequenos sinais podem ajudar a nos induzir a uma compra. Por exemplo: você sabe por que nas lojas os relógios quase sempre estão com os ponteiros marcando 10h10min? Ou por que os doces ficam perto dos caixas nos supermercados? O Futurando responde!

Esta edição também discute se o uso excessivo de redes sociais pode provocar depressão. Com a pandemia de covid-19 e as restrições impostas por ela, as redes sociais vêm sendo utilizadas cada vez mais. E um estudo de duas universidades americanas com 1.300 pessoas apontou que sim, usuários de Facebook, Instagram e outras redes sociais podem desenvolver sintomas depressivos. Saiba mais no Futurando.

O programa vai falar ainda sobre justiça climática. É correto que os países mais ricos, que já poluíram muito para se tornarem desenvolvidos, sigam emitindo mais gases de efeito estufa do que nações mais pobres, uma vez que a conta acaba chegando a todos os cantos do planeta? Ativistas de todo mundo são unânimes em dizer que não. Em um ano, por exemplo, um americano polui quase 20 vezes mais que alguém na Nigéria. O problema é ainda maior, pois o carbono fica preso na atmosfera por séculos.

O Futurando mostra o que ambientalistas consideram necessário para tentar resolver o problema nos próximos anos.