Caixão roubado de bilionário alemão é encontrado na Hungria | Notícias e análises internacionais mais importantes do dia | DW | 01.12.2009
  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Mundo

Caixão roubado de bilionário alemão é encontrado na Hungria

Polícia encontra caixão de industrial alemão, roubado há mais de um ano de um cemitério austríaco. A viúva do industrial, morto em 2006, afirma que acordou de um pesadelo.

default

Flick era uma dos homens mais ricos do mundo

Mais de um ano após ter sido roubado do mausoléu de sua família em um cemitério austríaco, o caixão do bilionário alemão Friedrich Karl Flick foi encontrado na Hungria e devolvido a seus parentes.

Seis homens foram presos em Budapeste, suspeitos de terem participado do roubo, conforme noticiou o tablóide alemão Bild. Os investigadores, tanto em Viena quanto em Budapeste, se negaram a fornecer maiores detalhes sobre a detenção.

O caixão foi descoberto no domingo (29/11), divulgou a polícia em Viena. Mas, segundo a agência APA, falta ainda confirmar se os restos mortais são mesmo do bilionário, morto em 2006 aos 79 anos.

A viúva do milionário, Ingrid Flick, afirmou em entrevista à imprensa alemã, que “acordou de um pesadelo”. “A alma de meu falecido marido pode finalmente encontrar a paz onde ele desejou”, disse.

De acordo com a reportagem do Bild, logo depois da violação do mausoléu, os criminosos, supostamente de origem húngara e romena, procuraram a família do industrial com um pedido de resgate.

O roubo do caixão ocorreu em novembro de 2008. O féretro foi retirado do mausoléu da família no cemitério da cidade de Velden, na Áustria, e estava desaparecido desde então.

Considerado uma das pessoas mais ricas do mundo, Flick era filho do industrial Friedrich Flick, condenado pelo Tribunal de Nurembergue por empregar milhares de trabalhadores forçados no período nazista. Nos anos 1980, foi pivô de um escândalo de doações milionárias para partidos políticos alemães.

MD/afp/dpa
Revisão: Rodrigo Rimon

Leia mais