As principais notícias sobre a pandemia de coronavírus (24/06) | Notícias internacionais e análises | DW | 24.06.2020
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Coronavírus

As principais notícias sobre a pandemia de coronavírus (24/06)

EUA têm maior alta diária de contágios em dois meses. Áustria emite alerta contra viagens e suspende voos para estado alemão afetado por surto em frigorífico. Mortes na América Latina superam 100 mil.

Pessoa com proteção contra contaminação faz coleta de material para teste de covid-19

Paramédico faz coleta de material para teste de covid-19 nos EUA

Resumo desta quarta-feira (24/06):

  • Mundo tem 9,3 milhões de casos de covid-19, mais de 481 mil mortes e mais de 4,7 milhões de recuperados
  • Brasil tem 1.188.631 casos, 53.830 mortes e 649.908 recuperados, segundo Ministério da Saúde
  • EUA têm maior número de contágios em dois meses
  • Mortes na América Latina passam de 100 mil

Transmissão encerrada. As atualizações estão no horário de Brasília:

 

18:30 - Brasil registra mais 1.185 mortes por covid-19. Total chega a 53.830

Números do Ministério da Saúde apontam que mais 1.185 mortes por covid-19 foram notificadas no Brasil nas últimas 24 horas. Com isso, o total de óbitos pela doença oficialmente identificados chegou a 53.830, segundo a última atualização do Painel Coronavírus, às 18h.

Diversas autoridades e instituições de saúde em todo o país, no entanto, alertam que os números reais da doença devem ser maiores em razão da falta de testes em larga escala e da subnotificação.

Segundo os dados do Ministério da Saúde, a taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes chegou a 25,6. Em número total de óbitos, o país ocupa a segunda posição no mundo. Já no cálculo levando em conta a população, o Brasil aparece em 12° - bem à frente de países vizinhos como a Argentina (2,42) e o Uruguai (0,72).

Nos últimos dias, o país ultrapassou outros vizinhos na contabilidade mortes por 100 mil/hab como o Equador (25,02) e Peru (26,27), segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

Nações europeias duramente atingidas pela doença como o Reino Unido (64,69) e a Bélgica (85,04) ainda aparecem bem à frente, mas esses países começaram a registrar seus primeiros casos entre três e quatros semanas antes do Brasil e o número de óbitos vem caindo.  

Ainda segundo o Ministério da Saúde, o Brasil ainda registrou mais 42.725 casos, elevando total para 1.188.631. O número de recuperados chegou a 649.908.

12:50 - "A favela não está em home office"

Os efeitos econômicos da pandemia da covid-19 ampliaram a fome e a insegurança alimentar em favelas brasileiras. Sem emprego, e em alguns casos sem conseguir receber o auxílio emergencial, muitos moradores dessas comunidades precisaram recorrer a doações para conseguir alimentos e convivem com a insegurança em relação a como sobreviverão nos próximos meses.

Um levantamento feito pela Rede de Pesquisa Solidária, que ouviu 79 líderes de comunidades vulneráveis das cinco regiões do país, aponta que 67% deles identificaram fome e privação de alimentação em suas comunidades, e 40% afirmaram que a doação de alimentos não é suficiente e tem problemas de coordenação.

"Há muitas pessoas passando fome. Aumentou o número de pessoas nas favelas e periferias precisando de cestas básicas e do mínimo para sobreviver", diz Lívia Lopes, coordenadora da Central Única das Favelas (Cufa) de Mato Grosso do Sul. Ela atua com uma equipe de dez pessoas, distribuindo alimentos, materiais de higiene e informação.

O levantamento também identificou preocupação dos líderes com a falta de informações corretas sobre como agir para evitar o contágio pela covid-19: 33% dos participantes da pesquisa relataram ter desenvolvido ações educacionais e informativas com os moradores.

"Na questão da contaminação, muitas vezes a população não sabe em quem acreditar. As pessoas veem os nossos líderes [políticos] falando uma coisa, e a mídia falando outra. Aí acabam ficando perdidas, e a contaminação aumenta", diz Hebert Novaes, presidente da Cufa de Rondônia.

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11:10 - Especialistas alertam para segunda onda de contágios no Reino Unido

Representantes da classe médica britânica são contra a flexibilização das medidas de contenção contra o coronavírus na Inglaterra. Em carta publicada nesta quarta-feira no British Medical Journal, eles alertam para o "risco real" de uma segunda onda de infecções no país.

O texto foi divulgado um dia após o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, anunciar a reabertura, a partir de 4 de julho, de bares, restaurantes, hotéis, cabeleireiros, museus e cinemas – fechados desde o final de março. As novas medidas só valem para a Inglaterra. Na Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, as flexibilizações são decididas pelas autoridades locais.

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08:45 - EUA estão diante de momento "crucial" na pandemia, diz Anthony Fauci

O diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, Anthony Fauci, se disse nesta terça-feira (23/06) preocupado com o agravamento da pandemia nos EUA. Ele também negou ter recebido ordem do presidente do país, Donald Trump, para reduzir o número de testes de detecção do novo coronavírus e garantiu que a quantidade de testes será aumentada.

O imunologista americano alertou para o "aumento alarmante de infecções" nos estados de Flórida, Texas e Arizona, acrescentando que "as próximas duas semanas serão cruciais" no combate à covid-19 naqueles lugares. Ele também elogiou o sucesso na luta contra a doença em outras regiões, citando o exemplo de Nova York. No estado, o número de casos foi reduzido.

Os Estados Unidos já registraram mais perdas de vidas devido à covid-19 do que qualquer outra nação, com quase 800 óbitos a mais na terça-feira, com o total de mortes ultrapassando 121 mil. Cerca de metade dos estados dos EUA registra atualmente um aumento dos números de casos da doença. 

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06:10 - Mortes na América Latina superam 100 mil

As mortes devido ao novo coronavírus superaram os 100 mil  Atual epicentro mundial da pandemia, o continente acumula 2,16 milhões de casos e um total de 100.341 óbitos, dos quais, mais da metade foram registrados no Brasil, segundo os últimos dados divulgados pela agência de notícias AFP baseados em estatísticas oficiais.

Em todo o mundo, a doença já fez mais de 477 mortes e contagiou 9,2 milhões de pessoas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta semana que a pandemia segue em ritmo acelerado.

05:50 - Áustria alerta contra viagens para estado da Alemanha

O governo da Áustria emitiu nesta quarta-feira um alerta de viagem para o estado alemão de Renânia do Norte-Vestfália após um surto de coronavírus em um frigorífico ter provocado o restabelecimento de medidas restritivas na região.

Após mais de 1.500 empregados da fábrica de processamento de carne Tönnies, no distrito de Gütersloh, testarem positivo para o vírus, o governo do estado determinou a volta de medidas de isolamento contra a pandemia na região e no vizinho distrito de Warendorf, afetando um total de mais de 600 mil habitantes.

"Nossa vizinha Alemanha mostrou, com a região de Renânia do Norte-Vestfália, com que rapidez uma situação dramática pode surgir", disse o primeiro-ministro austríaco, Sebastian Kurz, ao anunciar a medida. "Espero, claro, que a situação lá melhore rapidamente e não haja mais disseminação para toda a Alemanha."

Kurz também disse que a medida prevê que não haverá voos diretos entre a Áustria e o estado, que inclui as cidades de Bonn, Colônia e Düsseldorf.

A Áustria, cuja indústria do turismo depende fortemente de visitantes da Alemanha, pressionou por um rápido levantamento das restrições relacionadas à fronteira compartilhada pelos dois países. Ambos suspenderam as restrições entre si e em relação à maioria dos outros países da União Europeia.

04:15 - EUA  têm maior alta de contágios em dois meses

O número de novos casos de coronavírus nos Estados Unidos aumentou para o nível mais alto em dois meses. De acordo com números divulgados pela Universidade Johns Hopkins, o país registrou na terça-feira 34.700 novos casos de contaminação. Essa é a terceira maior taxa de contaminações diárias desde o início do surto, atrás de 9 de abril, quando foram notificados 34.800 casos, e 24 de abril, quando foram contabilizados 36.400 casos.

Novos casos nos EUA vêm subindo há mais de uma semana, depois de terem estado em ritmo de queda por mais de seis semanas.

Embora lugares que eram epicentro, como Nova York e Nova Jersey, terem registrado um decréscimo constante de casos, tem sido verificado um aumento de contágios no sul e oeste do país.

Na terça-feira, vários estados estabeleceram recordes de novos casos diários, incluindo Arizona, Califórnia, Mississippi, Nevada e Texas.

03:20 - Tóquio registra alta de casos

Tóquio registrou 55 novos casos de coronavírus nesta quarta-feira, o maior número desde o início de maio, mas as autoridades dizem que o salto não significa um retorno imediato às medidas de restrição.

Um funcionário da autoridade de saúde local afirmou que testes anteriormente limitados a apenas pessoas com sintomas ou com contato próximo com infectados foram expandidos para incluir funcionários de estabelecimentos noturnos, como boates. Reportagens na mídia afirmam que os novos casos também incluem focos em escritórios. Especialistas dizem que o aumento pode refletir uma tendência de alta geral e deve ser monitorado com cuidado.

02:30 - Senado aprova adiamento de eleições municipais devido à pandemia

O Senado aprovou na noite desta terça-feira (23/06) o adiamento das eleições municipais deste ano devido à pandemia do novo coronavírus, transferindo o primeiro turno do pleito de 4 de outubro para o dia 15 de novembro. A data do segundo turno, antes previsto para 25 de outubro, será dia 29 de novembro.

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Resumo desta terça-feira (23/06):

  • Vacina de Oxford contra covid-19 começa a ser testada no Brasil
  • Brasil registra mais 1.374 mortes por covid-19
  • Número de reprodução R volta a subir na Alemanha
  • Surto em frigorífico provoca novo lockdown na Alemanha

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