As principais notícias sobre a pandemia de coronavírus (13/04) | Notícias internacionais e análises | DW | 13.04.2020

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Coronavírus

As principais notícias sobre a pandemia de coronavírus (13/04)

Mundo tem mais de 1,9 milhão de casos e mais de 118 mil mortes. Itália supera marca dos 20 mil mortos e prorroga quarentena. Pesquisa aponta que alemães aprovam medidas de isolamento social.

Estátua do Cristo Redentor com uma projeção que simula um jaleco de médico. No pescoço, um estetoscópio.

Projeção "vestiu" o Cristo Redentor com um jaleco de médico

Resumo desta segunda-feira (13/04):

  • Mundo tem mais de 1,9 milhão de casos confirmados e mais de 118 mil mortes
  • Confinamento na França vai durar mais um mês, anuncia Macron
  • Brasil tem 23.430 casos confirmados e 1.328 mortes, segundo o Ministério da Saúde
  • Itália supera marca dos 20 mil mortos e prorroga quarentena
  • Pesquisa aponta que alemães aprovam medidas de isolamento social

Transmissão encerrada. As atualizações estão no horário de Brasília:


18:17 - Israel volta a impor fechamento total de cidades para conter pandemia 

Israel cortará as conexões entre as cidades do país de terça a quinta-feira, com o objetivo de impedir a propagação do novo coronavírus durante a fase final da Páscoa judaica, período no qual muitas vezes são realizadas reuniões familiares.

As transferências entre cidades serão proibidas "de terça-feira às 17h até quinta-feira às 17h", informou o primeiro-ministro interino Benjamin Netanyahu na noite desta segunda-feira. Uma medida mais específica foi determinada para Jerusalém, onde os moradores não poderão deixar seus bairros durante o período. 

Além disso, na quarta-feira, padarias permanecerão fechadas em todo o país. 

"Na luta global contra o coronavírus, não há recuo", disse Netanyahu em um discurso na TV. "Se recuarmos antes da hora certa, provavelmente pagaremos um preço muito alto em vidas humanas", completou.

Na semana passada, o governo de Israel já havia cortado as conexões entre as cidades do país entre os dias 7 e 10 de abril, no período inicial da Páscoa judaica, com o objetivo de impedir a propagação do novo coronavírus. Na ocasião, também foi imposto um toque de recolher no dia 8 de abril, durante o jantar do Sêder, um momento-chave do Pessach (a Páscoa judaica). 

O país registrou oficialmente 11.586 casos de contágio e 116 mortes.

17:55 - Witzel prorroga medidas de isolamento contra pandemia no Rio

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, publicou um novo decreto nesta segunda-feira prorrogando as medidas de combate à covid-19 no estado até o dia 30 de abril.

Essa é a segunda prorrogação anunciada pelo governo do Rio desde 17 de março, quando foi publicado o decreto original para reduzir a movimentação e aglomeração de pessoas no estado. 

Pelo decreto publicado nesta segunda-feira, continuam proibidas a realização de eventos e de qualquer atividade com a presença de público; atividades coletivas de cinema, teatro e afins; visitação às unidades prisionais, inclusive aquelas de natureza íntima; as aulas presenciais nas unidades da rede pública e privada de ensino, inclusive nas unidades de ensino superior; a circulação do transporte intermunicipal de passageiros; a circulação de transporte interestadual de passageiros com origem nos seguintes estados: São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Distrito Federal.

A Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro registrou nesta segunda-feira 3.221 casos confirmados de covid-19 e 182 mortes no estado.

17:45 - Turquia impõe toque de recolher nos fins de semana para frear pandemia

A Turquia impôs um toque de recolher durante os fins de semana para impedir a propagação do novo coronavírus, anunciou na segunda-feira o presidente do país, Recep Tayyip Erdogan.

"Tomamos a decisão de manter o toque de recolher do fim de semana pelo tempo necessário", disse o chefe de governo durante um discurso transmitido ao vivo na emissora NTV.

A Turquia determinou um toque de recolher generalizado no último fim de semana pela primeira vez desde o início da pandemia. Entretanto, a medida foi anunciada apenas duas horas antes de entrar em vigor, o que levou a uma onda maciça de pessoas se aglomerando nas lojas para se abastecerem de alimentos.

Agora, o toque de recolher será aplicado em 31 das 81 províncias da Turquia, que, juntas, representam quase 80% da população do país, incluindo todas as grandes cidades. A medida obriga todos os tipos de estabelecimentos a fechar, exceto farmácias e padarias, e só permite que trabalhadores de setores vitais, como saúde e infraestrutura, transporte, hotéis, cuidado de idosos e cuidado de animais, saiam de suas casas. O país tem 1.296 casos de covid-19 registrados, com 98 mortes.

 

17:40 - Bogotá limita circulação de pessoas com rodízio por gênero

Uma norma que restringe a circulação de pessoas dependendo do gênero para atividades consideradas essenciais, como fazer compras, começou a valer nesta segunda-feira em Bogotá, uma ordem da prefeitura para diminuir a quantidade de pessoas que saem de casa durante a quarentena.

A medida, chamada "Pico e gênero", é semelhante ao habitual rodízio diário de veículos, chamado "Pico e placa". A nova determinação visa controlar aqueles que têm de sair para fazer atividades pessoais de extrema necessidade, como compras de alimentos e medicamentos, serviços bancários ou de saúde, ou emergências.

A prefeitura estabeleceu que só os homens podem circular pela cidade em dias ímpares do calendário, e só as mulheres estão autorizadas a fazer o mesmo nos dias pares.

"Apenas uma pessoa por família sai para comprar alimentos, ir ao banco, caixas eletrônicos. Dias ímpares para os homens e dias pares para as mulheres. Temos que nos cuidar e facilitar o controle o máximo possível", anunciou pelo Twitter a prefeita de Bogotá, Claudia López.

López acrescentou que esta regra, que se aplica a atividades específicas, não elimina as 36 exceções previstas pelo governo colombiano no decreto de quarentena para aqueles que, devido ao trabalho, estão autorizados a circular independentemente do gênero, como profissionais da saúde e de serviços.

Desde 25 de março, a Colômbia está sob quarentena obrigatória contra o coronavírus, que foi prolongada até a meia-noite de 26 de abril.

O Ministério da Saúde confirmou 2.776 casos confirmados de Covid-19 na Colômbia, dos quais 1.186 foram registrados em Bogotá, o principal foco do país, e um total de 109 mortes.

 

17:02 - Brasil registra mais 105 mortes por covid-19; total chega a 1.328

Novo balanço do Ministério da Saúde divulgado neste domingo aponta que o total de mortes identificadas por covid-19 no país chegou a 1.328.

Mais 105 mortes foram oficialmente contabilizadas nas últimas 24 horas. No domingo, haviam sido registradas mais 99 mortes.

O total de casos de infecção no Brasil também cresceu: agora são 23.430 – 1.261 a mais, um crescimento de 6%.

 

16:05 - Itália supera marca de 20 mil mortes e prorroga quarentena

A Itália superou nesta segunda-feira a marca de 20 mil mortos em decorrência da Covid-19, ao registrar mais 566 óbitos. 

"Ainda estamos na fase um, não há dúvidas", disse o professor Gianni Rezza, do Conselho Técnico Científico, que vem assessorando o governo do país, durante entrevista coletiva concedida junto com integrantes da agência de Defesa Civil.

Ao todo, o país acumula 20.465 mortes provocadas covid-19, sendo que o número registrado nesta segunda-feira é maior do que o verificado no domingo, quando foram registradas 431 mortes. Já o total de casos de infecção pelo novo coronavírus chegou a 159.516, de acordo com a contabilização oficial.

As informações oficiais apontam que ainda existem 103.616 casos ativos, sendo que 70% deles são de pessoas que estão isoladas nas próprias casas. Já os internados em unidades de terapia intensiva são 3.260, o que marca uma redução pelo décimo dia consecutivo.

"Há sinais positivos, mas o número de mortes segue alto", afirmou Rezza.

O especialista, no entanto, admitiu que é preciso ter em conta que os falecimentos correspondem a pessoas que foram infectadas semanas antes, e que os casos a mais de contágio não necessariamente são "novos", já que é preciso levar em conta o período de incubação.

Apesar da consolidação de números menores do que os de semanas atrás – no auge da crise e da situação menos caótica nos hospitais – o governo da Itália garante que não pretende baixar a guarda e reduzir as restrições impostas à população e setores comerciais e industriais.

As medidas foram prorrogadas nesta segunda-feira até 3 de maio, com a obrigação de confinamento em casa, o fechamento de atividades não essenciais. O prazo era para que acabassem neste 13 de abril.

 

15.50 - Confinamento na França vai durar mais um mês, anuncia Macron

O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou nesta segunda-feira que as medidas de confinamento no país vão ser prorrogadas até 11 de maio. 

O país adotou as medidas em 17 de março, mas vem seguidamente prorrogando o prazo a cada duas semanas. Antes do anúncio de hoje, a política drástica de confinamento para conter a pandemia de covid-19 no país estava prevista para acabar em 15 de abril.

"Temos de continuar os nossos esforços e aplicar as regras. Quanto mais elas forem respeitadas, mais vidas vamos salvar. É por isso que o confinamento vai continuar até 11 de maio", disse o presidente francês numa comunicação ao país. 

Macron reconheceu também algumas ineficiências no combate à propagação e no tratamento da doença covid-19 "como acontece em todos os países". 
  
Segundo Macron, o fim progressivo do confinamento, a partir de 12 de maio, deve começar pela reabertura de creches. "Vamos temos que organizar diferentemente esse deslocamento, para a segurança de todos", disse. Já as aulas nas universidades só serão retomadas no fim de julho. Grandes festivais culturais não poderão ocorrer até meados de julho.

Pelos regras do confinamento, os franceses só podem deixar suas casas para ir ao trabalho, supermercado e realizar viagens estritamente necessárias.

Nesta segunda-feira, o governo francês registrou mais 335 mortes em hospitais por coronavírus. Com isso, chega a 14.967 o número de mortos pela doença no país. A França ainda tem 98.076 casos confirmados de covid-19.

 

15:40 - Irã registra 4.585 mortes pelo coronavírus, mas suaviza restrições

O número de mortes causadas pelo coronavírus no Irã subiu para 4.585, sendo 111 nas últimas 24 horas, disse uma autoridade do Ministério da Saúde nesta segunda-feira, acrescentando que a quantidade de pessoas infectadas chegou a 73.303.

Mesmo com o aumento de mortes, no domingo, o governo suspendeu uma proibição de viagens entre cidades dentro das mesmas províncias iranianas, e as restrições de viagens entre as províncias terminarão em 20 de abril, noticiou a mídia estatal.

"Dos infetados com o vírus, 45.983 se recuperaram. Houve 1.617 casos novos de pessoas infectadas nas últimas 24 horas", disse Alireza Vahabzadeh, um conselheiro do ministro da Saúde, no Twitter.

O porta-voz do Ministério da Saúde, Kianush Jahanpur, disse à televisão estatal que 3.877 dos infectados com o coronavírus estão em estado crítico.

 

15:30 - Equador retira quase 800 corpos de residências de Guayaquil, epicentro da pandemia no país

O governo do Equador anunciou no domingo que retirou quase 800 corpos de pessoas que morreram em suas residências nas últimas semanas em Guayaquil, epicentro do coronavírus no país, após o colapso dos hospitais e das funerárias em meio à pandemia.

"A quantidade que coletamos, com a força-tarefa nas casas, excedeu 700 pessoas" mortas, disse Jorge Wated, que lidera uma equipe de policiais e militares criada pelo governo diante do caos desencadeado em Guayaquil pela COVID-19.

Ele informou em sua conta no Twitter que a força-tarefa conjunta, que atua há três semanas, fez o balanço legal de 771 mortos em residências e 631 em hospitais.

Wated não detalhou as causas das 1.400 mortes ocorridas durante a emergência sanitária. Oficialmente, o Equador tem 7.500 casos de covid-19, incluindo 333 mortes.

O balanço oficial sobre a situação provocada pelo coronavírus no país, onde o primeiro caso correspondeu a uma migrante equatoriana que retornou da Espanha, também detalha até domingo outros 384 casos de pessoas que provavelmente morreram vítimas do vírus, mas que não foram submetidas a teste em vida, nem seus corpos foram objetos de autópsias para determinar um possível contágio.

 

15:00 - Aras rejeita ações contra campanha "O Brasil não pode parar"

O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou nesta segunda-feira (13/04) que não ficou comprovada a existência da campanha "O Brasil Não Pode Parar", que foi difundida em redes sociais do governo no fim de março para incentivar a reabertura do comércio e pregar o fim de medidas amplas de isolamento tomadas por governos estaduais em meio à pandemia.

Apesar da declaração de Aras, peças visuais do material ficaram no ar por três em contas da Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) e um vídeo da campanha produzido pelo órgão foi difundido no Whatsapp após ser publicado pela família Bolsonaro.

A manifestação de Aras ocorreu no âmbito de duas ações movidas pelo partido Rede Sustentabilidade e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), que acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) no mês passado para barrar a campanha

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13:15 - Espanha retoma atividades em alguns setores

Alguns setores da economia da Espanha, como o da construção civil e da indústria, voltaram ao trabalho com prudência nesta segunda-feira (13/04) após duas semanas sem atividades.

Apesar da retomada, o confinamento segue em vigor para os 47 milhões de espanhóis e o governo pediu para que a população respeite as medidas de segurança. Com medo de picos de contágio, o governo começou a distribuir nesta segunda-feira 10 milhões de máscaras no transporte público.

Segundo o Ministério da Saúde da Espanha, o saldo diário de mortes teve um declínio nesta segunda-feira. Nas últimas 24 horas, foram 517 óbitos, a segunda cifra mais baixa desde 24 de março – no domingo, haviam sido 619 novas mortes. Foram notificados 3.477 novas infecções, menor número desde 19 de março.

O Metrô de Madri divulgou que 34% mais viajantes foram registrados nesta segunda-feira de manhã do que há uma semana, mas 86% menos do que na mesma segunda-feira do ano anterior. De acordo com a imprensa local, cerca de 300 mil pessoas voltaram a trabalhar na capital. Em outras regiões da Espanha, como Catalunha, Valência, Ilhas Baleares e País Basco, é feriado nesta segunda-feira.

Com 17.489 mortes, a Espanha é o terceiro país do mundo com mais óbitos por covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos (22.146) e da Itália (19.899).

As autoridades de saúde indicaram que o pico da epidemia já passou. Apesar disso, o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, alertou no domingo que o país ainda está longe da vitória contra a covid-19 e apontou que o confinamento provavelmente deve continuar até 25 de abril, data em que está previsto o término oficial.

 

11:35 - Reino Unido registra mais 717 mortes

O número de mortes no Reino Unido devido à pandemia de covid-19 subiu para 11.329, com mais 717 óbitos registrados nas últimas 24 horas, indicou o Ministério da Saúde britânico nesta segunda-feira. 

O número total de casos de contágio passou para 88.621, um aumento de 4.342 em relação ao dia anterior.   

No domingo, o país registrou mais 737 mortes e 5.288 novos casos de pessoas infectadas. 

Os números das mortes incluem apenas pacientes diagnosticados com covid-19 que morreram em hospital até às 17h do domingo. Já o número de pessoas infectadas inclui diagnósticos concluídos até às 9h desta segunda-feira (hora local). 

A atualização dos dados ocorre um dia após o primeiro-ministro, Boris Johnson, deixar o Hospital de St. Thomas, em Londres, onde esteve internado durante uma semana devido a um agravamento dos sintomas de covid-19.

O porta-voz de Johnson, James Slack, confirmou que o chefe do governo vai continuar a recuperação na residência de campo de Chequers Court, a 70 quilômetros de Londres, e que o ministro das Relações Exteriores, Dominic Raab, vai continuar a substituí-lo na chefia do Executivo.  

 

11.30 – Cientistas defendem reabertura gradual de escolas na Alemanha

Nesta segunda-feira (13/04), a Academia Nacional de Ciências da Alemanha, conhecida como Leopoldina e sediada em Halle, emitiu parecer defendendo a reabertura de escolas do ensino fundamental e médio de forma gradual e sob certas condições.

O parecer dos cientistas, que se ocupam com as medidas adicionais para combater o coronavírus, estipula que, entre essas condições, estariam a estabilização da taxa de infecções num nível baixo e que as regras de higiene conhecidas sejam respeitadas.

Os especialistas defenderam ainda a obrigatoriedade de uso de máscaras de proteção em ônibus, trens e bondes. Anteriormente, a chanceler Angela Merkel dissera considerar o estudo da Leopoldina como "muito importante" para as novas medidas a ser tomadas.

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11:00 – Pesquisa aponta que alemães aprovam medidas de restrição

Segundo uma sondagem divulgada nesta segunda-feira (13/04) pelo instituto de pesquisa de opinião YouGov, a maioria dos alemães é contra o abrandamento da contenção imposta para combater a pandemia de covid-19.

De acordo com a pesquisa, 44% dos entrevistados se mostraram favoráveis à extensão das medidas além do dia 19 de abril, 12% disseram até mesmo que elas deveriam ser reforçadas. Apenas 32% afirmaram concordar com um relaxamento das restrições e 8% defenderam aboli-las.

Além disso, segundo o YouGov, 78% dos entrevistados disseram respeitar totalmente as medidas de restrição; 18%, apenas parcialmente e 2%, muito pouco

Em 22 de março, a chanceler federal alemã, Angela Merkel, e os governadores alemães aprovaram restrições abrangentes à liberdade de circulação por duas semanas. Essas medidas foram então prorrogadas até 19 de abril. Mas, mesmo antes disso, eventos esportivos e culturais com espectadores foram proibidos e a maioria das lojas – com exceção principalmente do comércio de alimentos e medicamentos – foi fechada.

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09:00 – Cristo Redentor recebe iluminação especial para homenagear profissionais da saúde

Para homenagear os profissionais da saúde que trabalham na pandemia de covid-19, o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, ganhou iluminação especial na noite deste domingo de Páscoa (12/04). Foram projetadas na estátua bandeiras de países afetados pela pandemia, como China, Estados Unidos, Espanha, Itália e Brasil e mensagens e desenhos otimistas feitos por crianças.

Por fim, foi projetada uma imagem que "vestia" o Cristo com um jaleco como os usados por médicos e enfermeiros. Na vestimenta, havia dizeres como "obrigado" e "esperança" em várias línguas. A mensagem "Fique em casa" também foi projetada, assim como fotos de profissionais da saúde paramentados para o trabalho.

Neste domingo de Páscoa, com as igrejas fechadas devido a restrições ao movimento de pessoas, o cardeal Orani Tempesta realizou uma cerimônia solitária aos pés do Cristo, a 709 metros acima do nível do mar. Poucas horas antes, o reitor do Santuário do Cristo Redentor, Omar Raposo, lançou uma bênção aos habitantes do Rio de Janeiro. De um helicóptero no qual ele sobrevoou a cidade por cerca de uma hora.

Brasilien Rio de Janeiro Christus der Erlöser Jesus Statue

Estátua também recebeu projeção de frases e desenhos otimistas de crianças

 

08:10– Mandetta defende unificação de discurso do governo 

O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse, em entrevista ao Fantástico, da Rede Globo, exibida na noite deste domingo (12/04), que é preciso uma unificação no discurso do governo quanto ao enfrentamento da pandemia." Ele [o brasileiro] não sabe se escuta o ministro da Saúde, se ele escuta o presidente”, afirmou. Mandetta também fez críticas a quem se baseia em fake news espalhadas pela internet para minimizar a gravidade da situação e destacou que o pior ainda está por vir: "maio e junho serão os sessenta dias mais duros para as cidades", disse.

Mandetta teve cautela ao falar do presidente Jair Bolsonaro, que na segunda-feira passada ameaçou demiti-lo e que, por diversas vezes, agiu de forma contrária ao recomendado pelo Ministério da Saúde, visitando o comércio e provocando aglomerações. 

Questionado se a relação entre os dois preocupa, ele disse que sim, pois a população pode pensar: "será que o ministro é contra o presidente?". Porém, afirmou que "não há ninguém contra nem a favor de nada" e que o inimigo em comum é coronavírus.  

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06:10 – China volta a registrar mortes por covid-19

A China registrou 108 novos casos de infecção pelo novo coronavírus, incluindo dez de contágio local, o número mais alto desde 28 de março, informou nesta segunda-feira a Comissão de Saúde do país.

Até a 0h desta segunda-feira (13h de domingo, em Brasília), morreram duas pessoas devido à covid-19, ambas na cidade de Wuhan, centro da epidemia, disse.

Os dez casos de contágio local ocorreram nas províncias de Guangdong, no sul do país, e de Heilongjiang, na fronteira com a Rússia e novo epicentro de infecção na China devido ao fluxo de viajantes entre os dois países vizinhos.

A cidade de Suifenhe, que fica do lado chinês da fronteira e se encontra em quarentena desde quarta-feira passada, já registrou cerca de 200 casos confirmados e mais de 100 casos assintomáticos, informou a agência de notícias oficial chinesa Xinhua.

 

05:00 – EUA registram 1,5 mil mortes em 24 horas

Os Estados Unidos registraram 1.514 mortes causadas pela covid-19, em 24 horas, de acordo a Universidade Johns Hopkins.

O número de mortes por dia causadas pela covid-19 sofreu redução frente à contagem de sábado, em que os Estados Unidos da América tiveram 1.920 mortes no espaço de 24 horas.

O número total de mortos nos Estados Unidos é agora de 22.109, sendo o país do mundo com mais mortes causadas pela covid-19. 

Os Estados Unidos são também, de longe, o país com mais casos confirmados, tendo ultrapassado, na última sexta-feira, o meio milhão de pessoas infectadas. Atualmente, segundo a universidade americana, os EUA têm 557.590 casos confirmados.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já provocou mais de 114 mil mortos e infectou mais de 1,85 milhão de pessoas em 193 países e territórios.

00:00 – Resumo dos principais acontecimentos deste domingo (12/04):

  • Mundo tem mais de 1,8 milhão de casos confirmados e 113 mil mortes
  • Boris Johnson deixa hospital em Londres
  • Itália registra menor número de mortes desde 19 de março
  • Brasil tem 22.169 casos confirmados e 1.223 mortes, segundo o Ministério da Saúde
  • Mais recuperados do que casos ativos de infectados na Alemanha

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