Após fracasso eleitoral, Steinbrück deixa linha de frente da política alemã | Notícias sobre política, economia e sociedade da Alemanha | DW | 27.09.2013
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Alemanha

Após fracasso eleitoral, Steinbrück deixa linha de frente da política alemã

Enquanto social-democratas se preparam para iniciar conversar com democrata-cristãos, adversário de Merkel sugere que abrirá mão de qualquer alto cargo numa eventual reedição da chamada "grande coalizão".

Após o fracasso eleitoral, o principal adversário de Angela Merkel nas legislativas do último domingo, Peer Steinbrück, anunciou nesta sexta-feira (27/09) que vai se afastar da linha de frente do seu Partido Social-Democrata (SPD).

Agências de notícias informaram que o anúncio significaria também que Steinbrück estaria abrindo mão do cargo de deputado e também como membro de um eventual governo em parceria com a União Democrata Cristã (CDU), de Merkel. A informação, porém, não foi confirmada.

"Minha carreira terá um fim ordenado", teria dito o político, citado pela agência de notícias DPA.

Steinbrück anunciou sua decisão na convenção extraordinária de seu partido, que em reunião nesta sexta-feira decidiu iniciar conversas com a CDU sobre a possível formação de governo. Durante a campanha eleitoral, o social-democrata se mostrou contrário a entrar em uma coalizão de governo com a CDU, mas a opção é hoje a mais cogitada.

A CDU de Merkel e sua parceira bávara, a União Social-Cristã (CSU), conseguiram nas eleições do domingo 41,5% dos votos, uma maioria clara, mas insuficiente para governar sem a necessidade de coalizão.

Por isso, se voltou aos dois partidos de centro-esquerda presentes no novo Bundestag para formar uma coalizão: o SPD, que alcançou 25,7% dos votos, e os Verdes (8,4%), que se encontram imersos na renovação de sua cúpula após a perda de respaldo eleitoral.

Segundo uma enquete realizada pela televisão pública alemã ARD divulgada nesta sexta-feura, a "grande coalizão" entre os dois principais partidos do país é a opção preferida dos eleitores alemães. O SPD já formou uma grande coalizão com Merkel na primeira legislatura da chanceler (2005-2009).

FC/dpa/afp/efe

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