1.700 anos de vida judaica na Alemanha: um exercício de equilíbrio entre tradição e progresso | Cultura europeia, dos clássicos da arte a novas tendências | DW | 04.03.2021

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Cultura

1.700 anos de vida judaica na Alemanha: um exercício de equilíbrio entre tradição e progresso

[Vídeo] Uma conversa com o ator Alexander Wertmann, que estreia um filme sobre antissemitismo nos dias atuais, e com a rabina Gesa Ederberg, uma das nove mulheres que ocupam esse cargo na Alemanha.

Assistir ao vídeo 03:36

Alexander Wertmann representa uma nova geração de judeus. Ele descobriu suas origens quando era adolescente, e se tornou ativo na comunidade judaica. Na época, morava em Munique e fazia parte de um grupo de teatro juvenil. "Eu nem sequer sabia que era judeu. Não era algo importante na minha família. Eu não tinha consciência do que isso realmente significava, e também era para mim um tipo de insulto. Eu mesmo usei essa palavra como insulto na escola."

Gesa Ederberg é responsável pela sinagoga que se tornou um marco para o centro de Berlim e a comunidade judaica. A sinagoga representa diversidade, abertura e modernidade. 'Nós incluímos a comunidade LGBTIQ. Não é que em determinado momento começamos a aceitar pessoas queer, e sim que elas fazem parte da nossa comunidade há muito tempo."