Índia autoriza uso de duas vacinas contra covid-19 | Notícias internacionais e análises | DW | 03.01.2021

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Ásia

Índia autoriza uso de duas vacinas contra covid-19

País aprovou imunizante da AstraZeneca e vacina produzida pela empresa indiana Bharat Biotech. Segundo país mais populoso do mundo prevê vacinar 300 milhões de pessoas até agosto.

Coronavirus Indien Jammu | Corona-Test

Teste de covid-19 na Índia. País tem a segunda maior quantidade de casos no mundo

A Índia autorizou neste sábado o uso de duas vacinas contra a covid-19, abrindo caminho para o programa de imunização no segundo país mais populoso do mundo.

O órgão responsável pelos medicamentos da Índia concedeu autorizações de emergência para as vacinas desenvolvidas pela Universidade de Oxford e pelo biofarmacêutica AstraZeneca, e outra desenvolvida pela empresa indiana Bharat Biotech.

O plano inicial de imunização do país prevê vacinar 300 milhões de pessoas até agosto, incluindo agentes de saúde, policiais e pessoas mais vulneráveis devido à sua idade ou outras doenças.

O primeiro-ministro Narendra Modi saudou a aprovação das duas vacinas. "Todos os indianos ficariam orgulhosos de que as duas vacinas que receberam a aprovação para uso de emergência sejam feitas na Índia!" escreveu no Twitter, classificando as aprovações como um sinal de um país "autossuficiente".

O Instituto Serum da Índia, a maior fabricante mundial de vacinas, foi contratado pela AstraZeneca para produzir um bilhão de doses para nações em desenvolvimento, incluindo a Índia. Na sexta-feira, O Reino Unido foi o primeiro a aprovar a vacina da AstraZeneca.

A outra vacina, chamada Covaxin, foi desenvolvida pela Bharat Biotech, em colaboração com agências governamentais. A empresa completou apenas duas das três fases de ensaio. A terceira, que testa a sua eficácia, teve início em meados de novembro.

Os primeiros estudos clínicos mostraram que a vacina não tem quaisquer efeitos colaterais graves e produz anticorpos para a covid-19.

A Índia, com quase 1,4 bilhão de pessoas, é o segundo país afetado pelo coronavírus depois dos Estados Unidos, com mais de 10,3 milhões de casos confirmados e 149.435 mortes, embora a taxa de contágios tenha diminuído significativamente a partir de um pico em meados de setembro.

Um pedido de autorização de vacina feito pela Pfizer/BioNTech ainda está a ser analisado pelas autoridades indianas.

JPS/lusa/ots

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