União Africana: Próximo Presidente quer fortalecer laços com UE | NOTÍCIAS | DW | 23.01.2021

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NOTÍCIAS

União Africana: Próximo Presidente quer fortalecer laços com UE

Félix Tshisekedi - próximo presidente em exercício da União Africana - apontou as relações com a União Europeia e com a Área de Livre Comércio Continental Africana (ALCCA) como principais objetivos do seu futuro mandato.

O chefe de Estado congolês, Félix Tshisekedi, afirmou perante corpo diplomático esperar que durante o seu mandato à frente da União Africana "o acordo entre esta e a União Europeia seja finalizado e que o processo de integração regional africana no quadro da ALCCA avance".

Afrika Kongo Boxer Junior Ilunga Makabu

Félix Tshisekedi

Tshisekedi iniciará o seu mandato à frente da União Africana em fevereiro.

É prevista para este ano uma cimeira UE-UA, na qual as duas organizações deverão definir a sua futura cooperação e renovar a parceria entre África e União Europeia, adotada em 2007.

"Parceiros naturais"

 A Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, descreveu, no início de 2020, África e Europa como "parceiros naturais", falando de uma nova "estratégia africana" para a UE. Em 30 de junho, o Conselho Europeu reafirmou a "importância primordial de uma parceria reforçada entre UE e África.

Nesta sexta-feira (22.01), os deputados congoleses adotaram também o projeto de lei sobre a adesão da RDCongo à ALCCA.

EU PK Brexit-Verhandlungen | Ursula von der Leyen

Ursula von der Leyen

A decisão não foi adotada de forma unânime, uma vez que vários deputados rejeitaram a proposta, considerando que o país não estava pronto para ratificar o acordo.

Alguns dos deputados manifestaram receio de serem invadidos por países vizinhos, em particular na parte oriental da RDCongo, como o Ruanda e Uganda.

A deputada Christelle Vuanga defendeu que o país precisa antes "de 90 mil quilómetros de estradas para a exploração agrícola".

O texto foi adotado por 330 votos, com oito deputados a votarem contra e dois a absterem-se.

A sessão não contou com os deputados da Frente Comum pelo Congo, do antigo Presidente Joseph Kabila, que se opõem ao projeto de lei.

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