Polícia francesa mata suspeito de decapitação de professor | Internacional – Alemanha, Europa, África | DW | 16.10.2020
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Internacional

Polícia francesa mata suspeito de decapitação de professor

A brigada antiterrorista francesa matou um homem suspeito de ter decapitado um professor de história que terá mostrado caricaturas de Maomé na sala de aula, numa localidade nos arredores de Paris.

As autoridades foram chamadas para esta localidade, a 50 quilómetros a noroeste de Paris, quando um suspeito foi encontrado a rondar uma escola, segundo uma fonte policial.

No local, a polícia encontrou a vítima, um homem decapitado, e 200 metros mais à frente tentou deter um homem que transportava uma arma branca e que ameaçou os agentes, que dispararam sobre ele, provocando a sua morte.

A investigação deste caso continua, perto de uma escola na vila de Conflan Saint-Honorine, nos arredores de Paris, mas as autoridades suspeitam de "assassínio em conexão com uma organização terrorista" e "associação criminosa terrorista", segundo a brigada antiterrorista.

O Actu 17, uma publicação especializada em informação de segurança, diz que a vítima será um professor de história da escola secundária de Conflan Saint-Honorine, que teria mostrado na sala de aula caricaturas do profeta Maomé.

Essa poderá ser a motivação do assassínio, que as autoridades estão a investigar.

Entretanto, foi montado um perímetro de segurança e acionados os serviços de desminagem, por suspeita de existência de um colete explosivo.

O ministro do Interior, Gerald Darmanin, que se encontra em viagem a Marrocos, decidiu regressar de imediato para Paris.

A França recorda ainda os ataques terroristas de janeiro de 2015 contra o jornal satírico Charlie Hebdo, por esta publicação ter divulgado caricaturas do profeta Maomé.

Em finais do mês passado, um homem com uma faca atacou funcionários de uma agência de notícias que trabalhavam no edifício onde se situava a antiga sede do Charlie Hebdo, em Paris, tendo provocado vários feridos graves.

O autor do ataque, um cidadão paquistanês, foi detido minutos depois e confessou o crime.

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