Ossufo Momade critica grupo ″proprietário do Estado moçambicano″ | Moçambique | DW | 29.04.2022

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Moçambique

Ossufo Momade critica grupo "proprietário do Estado moçambicano"

O líder da RENAMO diz que existe um grupo de cidadãos que julga ser "proprietário do Estado moçambicano". Ossufo Momade convida o povo a mudar de atitude para acabar com tantos fenómenos de criminalidade no país.

Ossufo Momade: A luta pela justiça social exige de qualquer cidadão uma mudança de atitude

Ossufo Momade: "A luta pela justiça social exige de qualquer cidadão uma mudança de atitude"

O presidente da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), Ossufo Momade, disse esta quinta-feira (28.04) na cidade de Maxixe, província de Inhambane, que dentro do Estado moçambicano existe um grupo de pessoas que governa como sendo propriedade privada, mas garante que não vai permitir.

"Não podemos e nem devemos permitir que um grupo se julgue proprietário do Estado moçambicano, muito menos governar ilegitimamente a nossa pátria amada", afirmou o líder do maior partido da oposição moçambicana.

Atualmente vários problemas apoquentam o povo moçambicano, com o crescente número de casos de tráfico de pessoas, sequestros e assassinatos em conivência com agentes da administração de justiça, segundo Ossufo Momade.

"O tráfico de pessoas, sobretudo de crianças e mulheres, é um fenómeno que está a ter contornos cada vez mais alarmantes no nosso país. Os sequestros e assassinatos não poucas vezes têm a conivência dos agentes da lei e ordem", acusou.

Mudança de atitude

Momade falava à margem da terceira conferência nacional da liga da juventude da RENAMO, que decorre na cidade de Maxixe. O líder do partido da oposição defendeu individualidade na mudança de atitude dentro dos princípios democráticos na luta pelos direitos fundamentais.

"A luta pela justiça social exige da mulher e de qualquer cidadão uma mudança de atitude. A partir desta conferência, mais uma vez exorto a todas as mulheres a serem defensoras dos direitos humanos e em especial dos mais frágeis e desprotegidos, para que a vida e integridade de cada cidadão seja respeitada", apelou.

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