Moçambique: MDM tem uma candidatura para presidência do partido | Moçambique | DW | 20.09.2021

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Moçambique

Moçambique: MDM tem uma candidatura para presidência do partido

A dez dias das eleições do sucessor de Daviz Simango, Silvério Ronguane foi o único que apresentou candidatura. Apesar de manifestarem intenção, José Domingos e Lutero Simango ainda não registraram candidatura oficial.

O deputado Silvério Ronguane é o único candidato oficial à sucessão de Daviz Simango na presidência do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceira força política do país, a dez dias para terminar o prazo da submissão de candidaturas.

"Neste momento, apenas Silvério Ronguane depositou a candidatura junto do gabinete de receção. Os outros membros do partido apenas manifestaram publicamente a intenção, mas não passaram disso", disse Maria Virgínia, coordenadora do Gabinete Central do 3º Congresso do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) à agência de notícias Lusa.

O congresso que vai culminar com a eleição de um novo presidente vai decorrer entre 3 e 5 de dezembro e o período de apresentação de candidaturas termina no dia 30 deste mês.

Outros candidatos

"Têm aparecido apoiantes tanto do secretário-geral do partido [José Domingos] como também do chefe da bancada parlamentar do partido [Lutero Simango, irmão de Daviz Simango], mas oficialmente estas figuras ainda não submeteram as candidaturas", frisou Maria Virgínia

Silvério Ronguane

Silvério Ronguane é o único que apresentou candidatura até o momento

Silvério Ronguane, 51 anos, é deputado, docente universitário e foi cabeça de lista do MDM para o município da Matola nas eleições autárquicas (em 2018), tendo ficado na terceira posição.

Daviz Simango, antigo autarca da cidade da Beira e único presidente do MDM desde a sua criação, em 2009, morreu em 22 de fevereiro por complicações de saúde, durante um internamento na África do Sul.

A Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) detém uma maioria qualificada de 184 dos 250 assentos que compõem a Assembleia da República, a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO) detém 60 e o MDM, seis.

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