Moçambique: Ataque a estabelecimento comercial deixa um morto em Sofala | Moçambique | DW | 10.09.2021

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Moçambique

Moçambique: Ataque a estabelecimento comercial deixa um morto em Sofala

Polícia confirma morte de uma mulher em incidente no distrito de Muanza, onde 10 homens armados invadiram um estabelecimento comercial. A região centro de Moçambique tem sido alvo de ataques da Junta Militar da RENAMO.

Mosambik I Schnellinterventionseinheit UIR der mosambikanischen Polizei

Foto ilustrativa de polícias em Sofala

O Comando Policial da Província de Sofala confirmou esta sexta-feira (10.09) que 10 homens armados com catanas e armas de fogo atacaram um estabelecimento comercial no distrito de Muanza. Nenhum grupo até ao momento assumiu a autoria do ataque.

Segundo o porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) na província, Daniel Macuácua, uma mulher morreu e dois homens ficaram feridos. 

O incidente ocorreu por volta das 18 horas desta quinta-feira (09.09) na localidade de Chinapanimba, a 50 quilómetros da vila sede do distrito. O grupo apoderou-se de produtos de primeira necessidade que estavam no estabelecimento comercial, além de levar um montante não informado em dinheiro. 

Macuácua não confirmou se o grupo que atacou o estabelecimento comercial é integrado pela Junta Militar dissidente da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), comandada por Mariano Nhongo. "Equipas trabalham no local para tentar identificar os autores do crime”, disse Macuácua em declaração à imprensa na manhã desta sexta-feira (10.09.).

Mosambik Sena Eisenbahnlinie Banhhof Muanza

Ataque à linha férrea em Muanza ocorreu em março de 2021

Incidente em março

Em março, um grupo de indivíduos também desconhecidos dispararam contra um comboio de carga ao longo da linha de Sena. O incidente ocorreu na divisa de Muanza com o distrito de Cheringoma. O maquinista foi ferido. 

A linha de Sena foi palco de sucessivos ataques armados contra comboios de carga entre os anos 2014 e 2017. Na altura, as autoridades acusaram homens armados da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO) de estarem por trás dos ataques. 

Afonso Dhlakama liderava então o maior partido da oposição. Os principais alvos eram locomotivas da empresa mineira de carvão Vale Moçambique, que chegou a suspender a circulação na região por temer os ataques armados.

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