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Liberdade de imprensa em Moçambique

Em Moçambique registam-se fortes pressões e agressões frequentes a jornalistas.

Moçambique está entre os países lusófonos com piores níveis de liberdade de imprensa. A primeira Constituição multipartidária de 1990 consagra a liberdade de imprensa e o direito à informação. No entanto, os ataques a jornalistas, a falta de recursos e a autocensura completam um quadro cada vez mais sombrio para a situação dos média em Moçambique. No início de 2019, o jornalista Amade Abubacar foi detido sem direito a julgamento. Foi maltratado, mantido incomunicável e foi privado dos seus direitos em quase quatro meses de prisão preventiva, segundo relatos do Instituto de Comunicação Social da África Austral (MISA Moçambique). O repórter foi preso por entrevistar famílias que fugiam da violência de rebeldes que têm operado no Norte de Moçambique desde 2017. Segundo a Repórteres sem Fronteiras (RSF), as autoridades têm feito tudo para impedir a cobertura sobre os militantes armados que estão a operar no Norte e Centro do país. Para o MISA-Moçambique, os casos de violação da liberdade de imprensa e de expressão em Moçambique aumentaram 80% nos últimos anos devido "à conjuntura político-militar que o país está a viver".

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