Covid-19: Nyusi anuncia fim do recolher obrigatório | Moçambique | DW | 16.02.2022

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Moçambique

Covid-19: Nyusi anuncia fim do recolher obrigatório

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, anunciou um alívio das medidas das restrições contra a Covid-19. O recolher obrigatório será suspenso.

"Deixa de existir recolher obrigatório", anunciou o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, durante uma comunicação à Nação em que foram aliviadas as restrições, com efeito a partir de 19 de fevereiro.

Segundo Nyusi, o anúncio está alinhado com o recuo de todos os indicadores epidemiológicos no país: os números oficiais de mortes e casos têm diminuído desde o pico da quarta vaga (no início de janeiro), caindo para os valores mais baixos dos últimos meses.

Moçambique registou seis mortes e 372 casos durante a última semana, contada entre 07 e 14 de fevereiro. O país tem um total acumulado de 2.189 mortes e 224.719 casos de covid-19, dos quais 97% recuperados.

Bares podem reabrir, com condições

Na comunicação desta quarta-feira (16.02), o chefe de Estado anunciou ainda a reabertura de todos os postos fronteiriços, a retoma de espetáculos, eventos desportivos e recreativos, com limitações de público aligeiradas.

Nas escolas, o número de alunos por cada sala é alargado de 20 para 30, é autorizada a reabertura de cantinas, do curso noturno e das aulas de educação física.

Restaurantes podem funcionar até às 23:00 e os bares também podem reabrir desde que tenham áreas ventiladas.

Filipe Nyusi apelou aos agentes económicos para aproveitarem esta "janela de oportunidade, reanimando a economia".

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