Cimeira UE-União Africana adiada por ″motivos de agenda″ | Internacional – Alemanha, Europa, África | DW | 09.12.2020

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Internacional

Cimeira UE-União Africana adiada por "motivos de agenda"

A reunião de alto nível entre líderes da União Europeia (UE) e da União Africana (UA) prevista para hoje foi adiada por "motivos de agenda". Ausência de um número suficiente de chefes de Estado da UA também terá pesado.

"A reunião entre líderes da UE e da UA foi adiada para uma data posterior por motivos de agenda", revelou fonte do Conselho Europeu aos jornalistas.

Segundo o 'site' de notícias Politico, o adiamento do encontro desta quarta-feira (09.12) prendeu-se com a ausência de um número suficiente de chefes de Estado da UA. 

O presidente sul-africano e atual líder da UA, Cyril Ramaphosa, terá recomendando, numa carta enviada ao Conselho Europeu, que a reunião fosse "adiada até novo aviso" devido ao "baixo nível de representação ao nível dos chefes de Estado africanos".

É o terceiro adiamento da reunião de alto nível entre a UE e a UA. Inicialmente prevista para ter lugar presencialmente em outubro, a 6.ª cimeira UE-UA foi adiada para 2021 devido à pandemia de Covid-19, tendo sido agendada uma outra reunião para hoje, em formato virtual, com o objetivo de compensar a ausência de um encontro em 2020.

Alívio da dívida dos países africanos

Na reunião de hoje, estava previsto um debate sobre a resposta à pandemia de Covid-19 e o alívio da dívida dos países africanos.

"Os dois lados preveem sublinhar a importância de esforços internacionais coordenados na área do alívio da dívida de países africanos e o aumento do acesso a financiamento internacional", referia o Conselho em comunicado.

Entre os temas que estavam previstos, o Conselho salientava também a "resposta imediata à pandemia de Covid-19, incluindo o acesso a medicamentos, equipamento, vacinas e medidas como o fortalecimento dos sistemas de saúde". 

Questões de longo prazo estavam também previstas para debate entre os líderes das instituições, nomeadamente a recuperação da economia e a necessidade de se "reconstruir melhor".

Assistir ao vídeo 06:21

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