Cabinda: Forças Armadas de Cabinda desmentem ataque e recordam cessar-fogo | Angola | DW | 10.08.2021

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Angola

Cabinda: Forças Armadas de Cabinda desmentem ataque e recordam cessar-fogo

Alto comando das FAC, braço armado da FLEC, afirma que informação foi enviada "por pessoas mal-intencionadas" que querem "manchar" a sua imagem. Notícia do ataque foi avançada pela Lusa, citando um comunicado da FLEC.

O alto comando das Forças Armadas de Cabinda (FAC) desmentiu, esta terça-feira (10.08), a realização de um ataque que teria resultado na morte de sete soldados das Forças Armadas Angolanas, noticiado pela Lusa.

"Não houve nenhum ataque no território de Cabinda, como confirmam os relatórios de todos os nossos comandantes operacionais", refere uma nota enviada à agência portuguesa assinada pelo porta-voz do Estado-Maior General das FAC, António do Rosário Luciano.

"Pessoas mal-intencionadas"

"Esta informação de pessoas mal-intencionadas visa manchar a imagem dos nossos bravos soldados que observam um cessar-fogo unilateral para responder às exigências da ONU na luta contra a covid-19", acrescenta o documento.

Numa nota enviada na segunda-feira à Lusa, que dizia ter sido enviada pelo braço armado da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC), este reivindicava a morte de sete soldados das Forças Armadas Angolanas num ataque realizado na madrugada de domingo para esse dia.

A província angolana de Cabinda, onde se concentra a maior parte das reservas petrolíferas do país, não é contígua ao restante território e desde há anos que líderes locais defendem a independência, alegando um passado colonial autónomo de Luanda.

A FLEC, através do seu "braço armado", as FAC, luta pela independência daquela província, alegando que o enclave era um protetorado português, tal como ficou estabelecido no Tratado de Simulambuco, assinado em 1885, e não parte integrante do território angolano.

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