Cólera diminui em área atingida pelo ciclone Idai | Moçambique | DW | 20.04.2019
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Moçambique

Cólera diminui em área atingida pelo ciclone Idai

O surto de cólera na área mais afetada pelo ciclone Idai, no centro de Moçambique, começa a diminuir. Mas ainda há cerca de 70 mil pessoas deslocadas no país.

Mosambik Beira | Impfkampagne gegen Cholera nach Überschwemmungen | Daviz Simango, Bürgermeister (picture-alliance/AP Photo/T. Mukwazhi)

Homem é vacinado contra cólera em Moçambique

O surto de cólera na área mais afetada pelo ciclone Idai, no centro de Moçambique, começa a diminuir. Mas ainda há cerca de 70 mil pessoas deslocadas no país, informou neste sábado (20.4) a Organização das Nações Unidas (ONU).

Apesar dos ainda existentes casos diários de cólera - até 18 de abril, eram 6.258 deles - o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) informou que o surto já começa a recuar graças à campanha de vacinação contra a doença.

"O número de novos casos de cólera relatados todos os dias começa a cair", veiculou o OCHA num comunicado.

Deslocados

Mosambik, Beira: WHO bereitet Cholera-Impfungen in Mosambik vor (picture-alliance/dpa/T. Mukwazhi)

Uma vítima de cólera é carregada por médicos na cidade da Beira

Mais de um mês após a passagem do ciclone, o número de pessoas deslocadas também está a diminuir.

No entanto, o OCHA observa que, apenas em Moçambique, ainda existem cerca de 70 mil pessoas que não podem voltar para suas casas, e quase 2 milhões que precisam de alguma ajuda.

Nas áreas devastadas, a malária também é um problema que se está a combater. Centenas de novas infecções são relatadas a cada dia, somando um total de 12.297 casos desde a última contagem.

O ciclone Idai chegou a 14 de março na cidade costeira moçambicana da Beira, deslocando-se um dia depois para o Zimbabué. Também causou estragos no Malawi, na forma de uma tempestade tropical.

Considerado o pior desastre natural da história recente sudeste da África, o ciclone causou mais de mil mortos no total, deixando 603 vítimas em Moçambique, 344 no Zimbabué e 56 no Malawi.

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