Bissau: Primeiro-ministro entrega Orçamento do Estado no parlamento | Guiné-Bissau | DW | 30.11.2021

Conheça a nova DW

Dê uma vista de olhos exclusiva à versão beta da nova página da DW. Com a sua opinião pode ajudar-nos a melhorar ainda mais a oferta da DW.

  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Guiné-Bissau

Bissau: Primeiro-ministro entrega Orçamento do Estado no parlamento

Em declarações aos jornalistas, Nuno Gomes Nabiam disse esperar que o Orçamento Geral do Estado para 2022 seja aprovado pelos deputados para "permitir ao Governo fazer o seu trabalho".

"Acabámos de entregar o orçamento para o ano de 2022, apesar do atraso. O parlamento certamente dentro de dias vai pronunciar-se sobre a apreciação do documento que foi submetido. Agora, aguardamos que seja notificado o Governo para vir apresentar o Orçamento Geral do Estado para 2022", afirmou o primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Nuno Gomes Nabiam, à saída do parlamento.

O primeiro-ministro explicou que o orçamento é virado para "atacar os problemas sociais" e construção de infraestruturas, salientando que há restrições impostas no âmbito do trabalho que está a ser feito com os parceiros, incluindo o Fundo Monetário Internacional.

Nuno Gomes Nabiam disse também esperar que "haja colaboração institucional".

"É um instrumento muito importante para a administração do Estado e espero que aprovem para permiti ao Governo fazer o seu trabalho", disse.

O Conselho de Ministros da Guiné-Bissau aprovou no passado dia 09 a proposta do Orçamento Geral do Estado para 2022 no valor de cerca de 246 mil milhões de francos cfa (cerca de 375 milhões de euros).

Assistir ao vídeo 07:43

Do pós-eleições ao avião "suspeito": Guiné-Bissau de crise em crise

O Orçamento Geral do Estado regista um défice de cerca de 67 mil milhões de francos cfa (cerca de 102 milhões de euros).

Para a cobertura do défice, o Conselho de Ministros autorizou o Ministério das Finanças a contrair os empréstimos concessionários necessários.

Segundo o gabinete do primeiro-ministro guineense, o foco continua a ser a apresentação de um orçamento moderado, equilibrado, que estimule o crescimento económico e a competitividade, reforce os rendimentos e proteja o emprego.

O documento vai dar respostas "urgentes e imperiosas" ao setor privado, bastante penalizados pela pandemia provocada pelo novo coronavírus, e apostar no setor agrícola e infraestruturas rodoviárias para "combater a escassez de produtos essenciais e a subida de preços".

A saúde e a educação "voltam a merecer uma atenção particular", referiu.

 

Leia mais