Biden: “Estamos em guerra contra o vírus, não entre nós” | Internacional – Alemanha, Europa, África | DW | 26.11.2020

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Internacional

Biden: “Estamos em guerra contra o vírus, não entre nós”

Joe Biden faz apelo por união nacional em pronunciamento de Ação de Graças. Trump volta a falar em fraude, diz que venceu eleições e perdoa conselheiro envolvido no caso da interferência russa nas presidenciais de 2016.

O Presidente eleito Joe Biden convocou os americanos na quarta-feira (25.11) para se unirem em propósito comum contra a pandemia de Covid-19 e as divisões políticas no país.

Num pronunciamento de Ação de Graças à nação, Biden enfatizou o combate à pandemia em ascensão, comprometendo-se a "explorar os poderes" do governo federal e a "mudar o curso da doença", assim que iniciar a sua administração. Para isso funcionar, disse ele, os americanos têm de se reforçar para garantir a sua própria segurança e a dos seus concidadãos.

"Sei que o país está a ficar cansado da luta", disse Biden. "Temos de nos lembrar que estamos em guerra com o vírus, não entre nós''.

Trump relutante

O Presidente Donald Trump perdoou o seu antigo conselheiro de segurança nacional Michael Flynn, que confessou em 2017 que tinha mentido ao Departamento Federal de Investigação (FBI) sobre os contatos com um diplomata russo. Flynn era uma das peças mais importantes na investigação do FBI sobre suspeitas de acordo entre a candidatura de Trump e Moscovo, aquando das eleições presidenciais de 2016, que o republicano venceu.

A investigação dominou os primeiros dois anos do mandato de Trump, mas acabou sem apresentar evidências de conluio. 

"Tenho a grande honra de anunciar que o General Michael T. Flynn recebeu perdão total", disse Trump pelo Twitter. "Parabéns a @GenFlynn e à sua maravilhosa família, sei que terão agora um Dia de Ação de Graças verdadeiramente fantástico".

Trump enviou o advogado Rudy Giuliani e outros membros da sua equipa jurídica para se encontrarem com senadores no estado republicano da Pensilvânia.

O Presidente cessante queixou-se mais uma vez sobre a eleição e fez repetidas alegações de fraudes - que já não se confirmam quando examinadas nos tribunais.

"Temos de virar as eleições", disse Trump num escritório de um hotel, onde participou numa reunião telefónica. "Esta foi uma eleição que ganhámos facilmente", disse ele. "Ganhamos com grande vantagem".

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