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Economia

Zona do euro tem menor desemprego em três anos

Dados relativos a abril apontam para a menor média de desemprego nos países de moeda comum desde fevereiro de 2012. Apesar de tendência decrescente, desemprego entre os jovens continua muito alto.

Boa notícia para o mercado de trabalho nos países da zona do euro. O Departamento de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) divulgou nesta quarta-feira (03/06) que a taxa de desemprego na zona de moeda comum é a menor dos últimos três anos.

Em abril, a taxa de desemprego na zona do euro foi de 11,1%, o que significa uma redução de 0,1 ponto percentual em relação ao mês de março.

Em comparação com 2013, quando a média de desemprego nos países do euro atingiu o ápice de mais de 12%, trata-se de um claro avanço. Um nível inferior ao divulgado pelo Eurostat nesta quarta-feira foi atingido apenas em fevereiro de 2012, quando a taxa de desemprego ficou em 10,9%.

Christian Schulz, economista do Berenberg Bank, afirmou que a economia europeia se recupera "duas vezes mais rápido que o esperado". A comissária europeia do Trabalho, Marianne Thyssen, declarou: "Devemos manter este avanço e dar prosseguimento à redução encorajadora do desemprego."

De acordo com o Eurostat, em abril, 17,8 milhões de homens e mulheres estavam sem emprego nos 19 países da moeda comum. Segundo os cálculos do Departamento de Estatísticas, com 4,7%, a Alemanha tem a menor taxa.

Por outro lado, Grécia e Espanha continuam ocupando as piores posições, com uma média de 25,4% e 22,7%, respectivamente. Da mesma forma que Portugal, Irlanda e Chipre – países da zona do euro também abalados pela crise –, os espanhóis conseguiram, no entanto, elevar seu índice de emprego.

Entre os jovens, porém, a taxa de desemprego na zona do euro continua alta, perfazendo 22,3% na faixa etária entre 15 e 24 anos – 1,6 ponto percentual a menos que no mesmo período do ano passado. Grécia (50,1%) e Espanha (49,6%) apresentaram o maior percentual de desemprego juvenil.

Em todos os 28 países-membros da União Europeia, 23,5 milhões de pessoas estavam desempregadas em abril, o que corresponde à média de 9,7% já constatada no mês anterior.

CA/dpa/afp

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