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Ciência e Saúde

Zimbábue restringe caça após morte de leão

Leões, leopardos e elefantes só poderão ser caçados nas proximidades do Parque Nacional de Hwange se houver autorização por escrito. O mesmo vale para o uso de arco e flecha.

O Zimbábue suspendeu neste sábado (01/08 ) a caça de leões, leopardos e elefantes nas proximidades do Parque Nacional de Hwange. A prática passa a ser permitida apenas quando houver uma autorização especial da autoridade responsável pelos parques nacionais.

"A matança ilegal do leão Cecil fora do Parque Nacional de Hwange mostrou a necessidade de reforçar ainda mais as regulamentações sobre a caça em todas as áreas que fazem fronteira com o parque", afirmou a autoridade responsável pelos parques nacionais do Zimbabué, conhecida pela sigla ZPWMA.

"A caça aos leões, leopardos e elefantes em áreas de fronteira com o Parque Nacional de Hwange é suspensa com efeitos imediatos", acrescentou, em comunicado. Esse tipo de caça só poderá ocorrer se houver uma autorização por escrito do diretor-geral da ZPWMA e na presença de funcionários do parque, afirma a nota.

Além disso, foi suspensa a caça com arco e flecha, que também só poderá ocorrer se houver autorização expressa.

A ministra do Meio Ambiente do Zimbábue, Oppah Muchinguri, pediu sexta-feira a extradição do dentista americano Walter Palmer, que matou o leão Cecil, animal de uma espécie protegida no país e uma das principais atrações do Parque Nacional de Hwange.

Cecil era um macho dominante na reserva, ficou conhecido pela sua notável juba negra e fazia parte de uma investigação científica sobre a longevidade dos leões, realizada pela Universidade de Oxford, usando um colar com rádio transmissor.

AS/lusa/ap/afp

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