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Mundo

Zimbábue: OUA lamenta as sanções da UE

O secretário-geral da Organização da Unidade Africana (OUA), Amara Essy, lamentou a decisão da União Européia, de retirar do Zimbábue a equipe de observadores das eleições presidenciais e impor sanções seletivas aos dirigentes políticos do Zimbábue. Segundo Essy, as sanções poderão afetar a realização das eleições presidenciais, marcadas para 9 e 10 de março próximo e que vêm sendo preparadas sob clima de fortes tensões.

Embora compreenda as circunstâncias que levaram à imposição de limitações de viagens e sanções econômicas, o secretário-geral a OUA lamenta esta evolução dos acontecimentos. Segundo o comunicado, as sanções "poderão ter implicações negativas graves para a situação política e econômica que se vive no Zimbábue e nos países africanos vizinhos". Essy apelou a todos os partidos políticos no Zimbábue para permanecerem calmos e desenvolverem as suas campanhas eleitorais num espírito de tolerância, evitando assim o aumento das tensões no país.

A União Européia retirou do Zimbábue a sua missão de observadores depois de o governo de Harare ter recusado credenciar integrantes de quatro países da comunidade, alegando que os referidos governos estavam contra as autoridades zimbabuanas. Entre outros, o Zimbábue recusou a presença do chefe da missão da UE, o sueco Pierre Schori, o que levou toda a equipe européia a abandonar o país. As sanções da UE proíbem o presidente Robert Mugabe e outros dirigentes zimbabuanos de viajar aos países membros da União Européia, além de congelar eventuais contas bancárias que possuam nos países da comunidade européia.

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