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Mundo

Zemin pede mais ajuda ao terceiro mundo

Presidente chinês diz que, até agora, só os países industrializados lucraram com a globalização.

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Jiang Zemin diante do castelo em Potsdam

O presidente chinês, Jiang Zemin, conclamou os países industrializados a aumentarem seu engajamento no terceiro mundo. "A discrepância entre o Norte e o Sul deve ser reduzida, para que os países pobres não se tornem ainda mais pobres e os ricos, ainda mais ricos", declarou, nesta quarta-feira (10), em discurso na Sociedade para Política Externa, em Berlim.

Zemin realiza uma visita de seis dias à Alemanha. Em seu discurso, o presidente chinês defendeu a intensificação das relações teuto-chinesas. "Mesmo que nem sempre tenhamos as mesmas opiniões, é necessário manter um diálogo frutífero para os dois lados", disse. A China considera a Alemanha seu principal parceiro na Europa.

Segundo Zemin, os problemas globais só podem ser resolvidos através de um esforço conjunto da comunidade internacional. "Nenhum país pode atingir seus objetivos de segurança sozinho", afirmou. Ele advertiu que não se deve tentar identificar o terrorismo com determinadas religiões ou nações.

Protestos - Na tarde desta quarta-feira, Zemin viajou a Potsdam, capital do estado de Brandemburgo, onde se encontrou com o governador Manfred Stolpe (SPD) e visitou o castelo de Sans Souci. A visita foi acompanhada por protestos de integrantes seita Falun-Gong.

A Anistia Internacional acusou o governo alemão de silenciar sobre as violações aos direitos humanos na China. Somente de abril a junho do ano passado, o país teria executado 1.781 penas morte. Até sábado, Zemin ainda visitará Dresden, Golsar e a fábrica da Volkwagen em Wolfsburg.