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Mundo

Vitória de Trump representa risco global, diz agência

Eleição de magnata é uma das dez maiores ameaças para a segurança e a economia mundiais, na avaliação de agência pertencente ao grupo "The Economist". Perigo seria maior que saída do Reino Unido da UE.

A possibilidade de que Donald Trump seja eleito presidente dos EUA representa uma das dez maiores ameaças para segurança e a economia mundiais, segundo a prestigiada Economist Intelligence Unit (EIU).

O risco representado pela chegada à presidência do pré-candidato republicano à Casa Branca foi classificado pela agência independente de análise e consultoria, que integra o grupo da revista The Economist, no grau 12 dentro de um índice de ameaça que vai até 20. Atualmente, a maior ameaça global seria uma recessão econômica na China, segundo o último informe da EIU.

A agência justifica a avaliação apontando, em particular, para a atitude negativa de Trump em relação à China, sua rejeição a áreas de livre comércio e seus comentários depreciativos sobre os muçulmanos no contexto do extremismo islâmico.

Especialmente a proposta de Trump para que muçulmanos sejam impedidos de imigrar para os EUA podem, de acordo com a EIU, servir como "ferramenta poderosa para recrutamentos" para grupos jihadistas.

Além disso, a EIU destaca a atitude negativa de Trump em relação ao Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta) e as suas declarações sobre a China, que ele repetidamente tem chamado de "manipuladora de câmbio".

"Sua hostilidade em relação ao comércio livre, seu distanciamento, especialmente em relação ao México e à China, poderiam levar rapidamente a uma guerra comercial", afirma a EIU.

Uma presidência de Trump representaria, segundo a agência, mais risco global que a possibilidade de que o Reino Unido deixe a União Europeia na sequência do referendo sobre a questão, em 23 de junho, ou que um confronto armado no Mar do Sul da China.

Trump, que atualmente lidera a corrida republicana à Casa Branca, classificou imigrantes mexicanos como estupradores e criminosos. Uma das principais promessas eleitorais do bilionário populista é a construção de um muro na fronteira sul dos Estados Unidos. O México faz parte do Nafta, junto com EUA e Canadá.

MD/efe/afp

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