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América Latina

Venezuela prende três por morte de oposicionista

Suspeitos são detidos na mesma cidade onde Luis Manuel Díaz foi morto com um tiro durante ato de campanha eleitoral. Oposição afirma que crime tem motivações políticas, mas governo nega.

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Familiares e amigos durante o velório de Luiz Manuel Díaz, baleado durante ato eleitoral na Venezuela

O Ministério Público da Venezuela afirmou nesta segunda-feira (30/11) que três homens foram presos por suspeita de estarem ligados à morte do líder oposicionista Luis Manuel Díaz, de 44 anos. O crime ocorreu na quarta-feira passada na região central do país.

No comunicado, o MP afirma que William Méndez Quiaro, de 28 anos, José Enrique Abad, de 25, e Ronald Ender Hernández, de 22, foram detidos na manhã desta segunda-feira na cidade de Altagracia de Orituco, mesmo local onde Díaz foi morto.

Eles serão acusados formalmente pela suposta ligação com a morte de Díaz, diz o comunicado do MP.

Díaz morreu depois de ser baleado no final de um ato da campanha eleitoral para as eleições de 6 de dezembro. Lilian Tintori, esposa do líder oposicionista Leopoldo López, que cumpre pena de 14 anos de prisão, também participava do ato.

Segundo oposicionistas, Díaz foi atacado por simpatizantes do governo, mas o presidente Nicolás Maduro afirmou, no fim de semana passado, que o dirigente partidário era um ex-presidiário e membro de uma quadrilha dedicada ao roubo, à extorção e ao sequestro.

O crime gerou reações de entidades dentro e fora da Venezuela, incluindo a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), a União Europeia e a Anistia Internacional, que condenaram a violência durante a campanha eleitoral.

AS/efe/rtr

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