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Estudar na Alemanha

Universidades alemãs perderam quase 1.500 cátedras em dez anos

O número de professores em universidades públicas alemãs diminuiu drasticamente na última década. Um recente relatório da Associação Alemã de Professores aponta que as universidades perderam 1451 cátedras no período.

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O número de universitários cresceu, mas faltam professores

Segundo a Associação Alemã de Docentes Superiores (DHV), 663 vagas de docência em cursos de Linguística e Estudos Culturais foram desocupadas entre 1995 e 2005 e não foram preenchidos. Durante este mesmo período, as universidades nos 16 estados federados perderam 1.451 cátedras.

"É impossível elevar a qualidade de nosso sistema de ensino superior sem melhorar as condições de ensino. Com uma proporção de 60 estudantes por docente, não podemos concorrer internacionalmente", conclui o presidente do DHV, Bernhard Kempen, professor de Direito da Universidade de Colônia. Ele fez um apelo para que o governo federal volte a abrir os claros eliminados.

O relatório mostra que a área de Ciências Humanas foi a mais afetada pela diminuição do número de professores na última década. Os cursos de Letras Clássicas e Pedagogia perderam 35% de seus docentes na última década.

Menos professores, mais estudantes

Deutschland Albert-Ludwigs-Universität Freibung Hörsaal

A proporção é de 60 estudantes por docente

Os cursos de Teologia Católica e o de Teologia Protestante perderam respectivamente 18,9% e 20,7% de seus professores. O número de docentes nos cursos de Engenharia (-13,3%), Matemática e de Ciências Naturais (-4,3%) e Medicina (-2,7%) também diminuiu significativamente.

Só os cursos de Direito, Ciências Sociais e História da Arte foram beneficiados com um aumento de postos de trabalho nos últimos anos. O número de claros para as três primeiras áreas aumentou 5,6%; para História da Arte, o crescimento foi de 9,6%.

Nesse mesmo período de tempo, a quantidade de estudantes cresceu 0,5%, assinalou o presidente do DHV, entidade que conta 22 mil membros.

Trabalhos comparativos internacionais, como o estudo Pisa ou um ranking divulgado pela Universidade de Xangai, vêm demonstrando nos últimos anos que o nível do sistema de educação alemão fica aquém do de outras nações industrializadas. (ncy/jb)

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