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Alemanha

Universidades alemãs atraem mais estrangeiros

A Alemanha ocupa agora o terceiro lugar entre os países que mais atraem pessoas do exterior para suas universidades.

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Auditório na Universidade de Koblenz

O número de inscrições de pessoas vindas do exterior nas escolas superiores alemãs vem crescendo constantemente: 187.027 em 2001, 23% a mais do que cinco anos antes e mais que o dobro de 1991. A Alemanha agora só perde para os EUA e a Grã-Bretanha, quando se trata de medir a força de atração sobre os universitários estrangeiros. Está à frente da França e da Austrália.

Estes dados foram divulgados pelo DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico), que realizou o mais abrangente estudo sobre a internacionalidade da pesquisa e do ensino na Alemanha, o Wissenschaft weltoffen (Ciência aberta para o mundo).

Predileções Os universitários que mais buscam as escolas superiores alemãs são os chineses, seguidos dos poloneses, russos e franceses. Mais da metade dos estudantes do exterior, que correspondem a 10,4% de todos os universitários inscritos no país, são de países europeus; 27%, da Ásia. Cresce rapidamente o número dos provenientes do Leste Europeu e da África.

Os cursos mais atraentes são os de economia e administração de empresas, letras germânicas, engenharia eletrônica, informática e música. Mas o número dos que se inscrevem em matemática, ciências naturais e engenharia vem crescendo, acentuou Christian Bode, secretário-geral do DAAD.

Alemães no exterior Cerca de 13% dos universitários alemães vão estudar numa universidade no exterior (em 1999: 45.600) no decorrer de seus estudos. A maioria faz cursos de letras, ciências humanas, direito ou economia e dá preferência à Grã-Bretanha e Estados Unidos. Vem aumentando a atratividade da Austrália, Noruega e Japão. (lk)

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