UNIÃO EUROPEIA BUSCA UMA LÍNGUA COMUM: ″INGLÊS MAL FALADO″ EM VEZ DE ESPERANTO | Escreva sua opinião, comentários, críticas ou sugestões | DW | 28.01.2012
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UNIÃO EUROPEIA BUSCA UMA LÍNGUA COMUM: "INGLÊS MAL FALADO" EM VEZ DE ESPERANTO

Nossos leitores comentaram esta semana sobre a eventual necessidade de uma língua comum na União Europeia, o fechamento do site Megaupload e declarações de Merkel no Fórum Econômico Mundial em Davos. Confira!

O esperanto já vem sendo testado há mais de 100 anos e sua aprendizagem é muito mais rápida do que a do inglês ou de qualquer outro idioma. Só o preconceito dos que o ignoram pode justificar a utilização de um idioma nacional para a Europa Unificada.
Alexandre Rocha

Existe algo de fraternidade naqueles que admitem que o esperanto deve ser a língua utilizada quando o assunto é justamente a união em torno de um entendimento mútuo e sem privilégios.
Cris

"É impressionante como as pessoas se comunicam mesmo com esse inglês desestruturado", e não acho que a comunicação esteja certa, ela também resulta desestruturada, mas nem dão o direito às pessoas de saberem o que é o esperanto, de ter algum contato com ele. Quem tem interesse em política ou dinheiro abraça o inglês e amanhã, quem sabe, o chinês.
José J. Lunazzi

Sem dúvida seria melhor tanto em termos financeiros quanto em termos ideológicos a adoção de uma língua neutra como o esperanto. A necessidade urgente e a má vontade política de tomar alguma ação nesse sentido são verdadeiramente incompreensíveis.
Nicolas Maia

É óbvio que a língua oficial da UE jamais deveria ser o inglês. A ser assim, por que não o alemão, o francês ou italiano etc, países estes que têm maior população que o Reino Unido, que sequer participa da moeda comum? Se não se quer adotar o idioma do país mais populoso, não resta outra alternativa que não a utilização de um idioma apátrida como o esperanto. Aqueles que querem ver o inglês como idioma oficial não têm o menor sentimento de respeito para com a língua dos demais.
Márcio Aulete de Ronai Pereira

Não sou europeu, mas gostaria de deixar um comentário. O esperanto reúne todas as condições necessárias para ser efetivamente utilizado como verdadeira língua para comunicação entre pessoas que não compartilham a mesma língua materna, muito melhor do que qualquer língua étnica "mal falada". Tanto reúne essas condições que efetivamente é utilizada por uma comunidade transnacional e tem servido como veículo de comunicação dessa comunidade por 124 anos. Isso não é pouco. São 124 anos, com falantes em mais de cem países, e uma cultura própria que se desenvolveu no seio dessa comunidade, com literatura original, música, teatro...

Em consequência do recente evento do navio Costa Concordia, discutiu-se o problema da diversidade linguística nessas grandes embarcações: parte da tripulação se comunicava por gestos, e as instruções deviam ser repetidas em diversas línguas para que os viajantes pudessem entendê-las. E houve quem bradasse que o "inglês é universal", quando a notícia claramente transmitia o contrário: somente o inglês não basta. […] Obrigado pela oportunidade de fazer esse comentário. Sou um antigo ouvinte (das décadas de 1980-90) dos programas em ondas curtas da Rádio Deutsche Welle – também eles me trouxeram conhecimento, alegria e felicidade!
Ivan Eidt Colling

Sou do tempo em que parecia que a língua francesa ficaria, por ser mais culta que o inglês norte-americano. Evidente que a economia puxa consigo a língua. Assim teremos em breve o mandarim ou qualquer outra servindo às economias vitoriosas.
Ivo Eckert

Prezados, gostei que a DW tenha tocado no assunto. Só faltou um tratamento mais crítico da redação sobre as opiniões colhidas. Ora, o esperanto não é uma ameaça à profissão de intérprete, já que o objetivo dele como segunda língua é o contato direto? Os diplomatas seriam os primeiros a dispensar interpretação! Certamente o funcionário do setor de tradução não vê com bons olhos a solução, ainda que erroneamente, porque mesmo os profissionais se beneficiariam. E quanto à senhora Pack? Porque ela já sabe o inglês, as gerações futuras precisam penar e gastar enormes somas para aprendê-lo, às vezes com resultados tão pífios? É uma visão bastante egoísta. Por outro lado, haveria de se destacar o fato de que o Sr. O'Riain é irlandês, portanto falante do inglês de nascimento. Se até um diplomata falante nativo do inglês defende o uso de uma outra segunda língua, a ser igualmente aprendida por quem vai usá-la, alguma vantagem ela certamente apresenta para a qualidade da comunicação.
James Rezende Piton

EUROPEUS QUESTIONAM FECHAMENTO DO SITE MEGAUPLOAD PELOS EUA

Você acha que a lei dos Estados Unidos tem o direito de ultrapassar suas fronteiras? É claro que não! Isto não passa de imperialismo puro e simples, mero pretexto para intervir e controlar a internet e cercear a liberdade de expressão dentro e fora do território norte-americano, sob a (falsa) bandeira de combate à pirataria virtual, conivência com criminosos etc (antes, foi a tal da "pedofilia na internet"). Então, levando tal raciocínio às últimas consequências, por que não intervir igualmente nos conglomerados bancários suíços e das Ilhas Cayman (território britânico no Caribe), por exemplo, que, como todo mundo sabe, tradicionalmente abrigam fortunas cujas origens não são nem um pouco lícitas? E depois, ainda vão criticar a censura na China e no Irã...
Carlos Abraham Duarte

Eles fariam melhor se resolvessem seus problemas internos e parassem de ferir a soberania alheia. Os EUA acreditam serem os pais do planeta, ledo engano.
Joyce Cortez

MERKEL REJEITA EM DAVOS AUMENTO DE CONTRIBUIÇÃO A FUNDO DE RESGATE

Senhores, Klaus Schwab e Angela Merkel têm razão quando falam: é preciso acabar de vez com especuladores e investidores que apenas procuram lucro fácil, sem trabalho produtivo! Esse sujeito, Geoge Soros, é um deles! Esse tipo de gente é capaz de aliciar governos, casas legislativas, Poder Judiciário, em benefício próprio! A ganância que concentra renda nas mãos de poucos malandros acaba por gerar corrupção! Aqui no Brasil isso é bem conhecido, está sempre no noticiário, porém nada acontece por causa do não cumprimento de leis punitivas em virtude da blindagem por parte da imprensa, do Poder Judiciário e do governo, disseminando prejuízos à toda a nação, pois criou-se um círculo vicioso, um acoberta o outro! Desejo que a chanceler alemã reduza a participação de seu país no fundo europeu como forma de mostrar a governantes "chorosos" que a maneira correta é não jogar dinheiro fora, nem roubar; aí vai sobrar riqueza para todos! Sucesso à Chanceler e muito obrigado pela possibilidade de opinar.
Bruno Gigli Toledo

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