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Mundo

União Européia exige fim da violência no Oriente Médio

Com veemência incomum, chefes de governo e de Estado dos 15 países-membros condenam a violência de ambas as partes, censuram Israel e defendem criação do Estado da Palestina.

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Foto oficial dos participantes na cúpula da UE em Barcelona

No documento final da conferência de cúpula encerrada neste sábado (16) em Barcelona, os chefes de governo e de Estado da União Européia posicionam-se de maneira tão clara como nunca em relação ao conflito entre Israel e palestinos. Condenam os "ataques terroristas indiscriminados das últimas semanas, bem como a morte e ferimento de civis inocentes", exigindo de ambas as partes a observação das normas internacionais dos direitos humanos.

Segundo a declaração, "uma das mais fortes" que a UE aprovou até hoje, na opinião da ministra austríaca do Exterior, Benita Ferrero-Waldner, Israel deve "retirar imediatamente suas tropas das regiões controladas pela Autoridade Nacional Palestina, suspender as execuções extrajuduciárias, os bloqueios e restrições, a política de assentamentos e cumprir o direito internacional". À Autoridade Nacional Palestina, por sua vez, cabe "a responsabilidade pelo combate ao terrorismo com todos os meios de que dispõe".

A comunidade dos 15 estabelece para a solução do conflito duas metas gerais: a criação de um Estado da Palestina democrático e independente, após a suspensão da ocupação que dura desde 1967; e o reconhecimento do direito de Israel de viver dentro de fronteiras seguras, assegurado pela comunidade dos povos e sobretudo pelos países árabes.

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